USINAS DE CANA SE TORNAM CONSTRUÇÕES ‘FANTASMAS’ NO INTERIOR DE SÃO PAULO

//USINAS DE CANA SE TORNAM CONSTRUÇÕES ‘FANTASMAS’ NO INTERIOR DE SÃO PAULO
A paisagem da zona rural na região de Ribeirão Preto é praticamente monocromática. Para qualquer lugar que se olhe, o cenário é o verde das lavouras de cana-de-açúcar por todos os lados. Mas, se procurar bem, esse mesmo cenário “esconde” chaminés de antigas usinas ou mesmo prédios inteiros, totalmente inativos. Seja por causa da crise, da mudança na regulamentação do setor ou mesmo por uma opção dos grupos sucroenergéticos, essas usinas de açúcar e etanol se tornaram estranhas à paisagem. Conforme noticiou o jornal Folha de S.Paulo, há ao menos seis exemplos só na região de Ribeirão Preto, mais tradicional polo de produção de açúcar e etanol do país e autointitulada “capital do agronegócio”, que hoje não tem nenhuma usina moendo cana. Em todo o país, pelo menos 60 usinas deixaram de moer cana nas últimas safras devido, entre outros fatores, ao endividamento do setor. “Há atualmente, segundo o sistema de acompanhamento da produção canavieira do Ministério da Agricultura, 380 usinas no país, das quais 48 na macrorregião de Ribeirão”, afirma a notícia.

OCDE vai fiscalizar sistema brasileiro de produção e inspeção de frutas

Pela primeira vez, uma missão técnica da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) fiscalizará o sistema brasileiro de produção e inspeção de frutas e hortaliças. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou em seu portal que, de segunda-feira (10) a sexta-feira (14), a delegação vai ao polo de fruticultura irrigada de Petrolina e ao Porto de Suape, entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. A visita poderá resultar na entrada do Brasil no grupo de frutas e hortaliças da OCDE, responsável pela criação de normas para o reconhecimento internacional e, consequentemente, pela abertura de mercados aos produtos dos países que o integram. As tratativas para visita começaram em 2015. “A expectativa é que a OCDE aprove, em sua reunião anual, em dezembro, a entrada do Brasil no grupo de frutas a partir de 2018. Entre os seus objetivos, estão a ajuda a outras nações para desenvolverem suas economias e o crescimento do comércio mundial”, destaca parte da nota.

Demanda global por produtos agrícolas deve desacelerar

O crescimento da demanda global por commodities agrícolas vai diminuir consideravelmente nos próximos 10 anos, comparado à década passada, o comércio internacional vai avançar menos e os preços da maioria dos produtos agrícolas e pescados devem ter ligeira tendência de baixa. De acordo com o jornal Valor Econômico, a projeção consta do Relatório de Perspectivas Agrícolas 2017-2026, elaborado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela FAO, agência da ONU para Agricultura e Alimentação. Isso sinaliza redução no ritmo dos ganhos do setor no Brasil, grande produtor e exportador, em relação aos últimos anos, e que a expansão das vendas à China tende a ser menor do que desejada. “No período 2017-26, a China continuará a contribuir para a demanda de várias commodities agrícolas, mas o ritmo menor de crescimento do consumo reduzirá a taxa de expansão da demanda global por esses produtos. Para OCDE e FAO, o cenário atual não permite antecipar mercados no mesmo ritmo no médio prazo, e nem há fontes alternativas para substituí-los no momento. A questão, sublinha o relatório, é se os preços mais baixos vão levar a uma redução nos investimentos no setor agrícola”, diz trecho do texto.

Preço do bezerro cai mais de 20% em um ano no Mato Grosso do Sul

Desde o começo de 2017, o preço do boi gordo caiu quase 17%, segundo o CEPEA. A consequência é que os criadores de Mato Grosso do Sul estão recebendo menos também pelo preço do bezerro. Reportagem do Globo Rural, no último domingo (9), destacou a Fazenda Bartira, em Camapuã, região norte do estado, que é especializada na comercialização de bezerros. Por ano são vendidos 14 mil animais. O diretor de pecuária da fazenda explica que o custo de produção aumentou 10% este ano e que o preço pago pelo animal caiu 20% no mesmo período. “Um bezerro que você vinha vendendo em torno de R$ 1.500, R$ 1.600. A gente está prevendo uma queda a menos de R$ 1.300 por venda”, explica o diretor de pecuária Levi Campanhã. “Segundo a Federação de Agricultura e Pecuária do estado, em um ano o preço médio do macho caiu quase 20%. Já nas fêmeas, a redução foi ainda maior, passou de 23%. A justificativa para a queda no preço do bezerro está na oferta maior de animais e na procura menor”, enfatiza a reportagem.

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Valor Econômico – Commodities Agrícolas 

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