TECPAR APRESENTA NOVOS PROJETOS PARA MEDICAMENTOS DE CÂNCER E DOENÇAS RARAS

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O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) realizou a defesa oral no Ministério da Saúde de sete novas propostas de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) para fornecer novos produtos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme o portal da Tecpar, dos sete projetos, quatro são de biológicos e três de medicamentos sintéticos. Dentro do Complexo Econômico Industrial da Saúde, o Tecpar já tem projetos para fornecer seis medicamentos biológicos estratégicos para o SUS, até então importados: Trastuzumabe, Infliximabe, Rituximabe, Adalimumabe, Bevacizumabe e Etarnecepte. Agora, dos novos produtos, em três o Tecpar defendeu propostas sem concorrentes: o Imiglucerase, para tratamento de Doença de Gaucher, doença genética rara; o Betagalsidase, para o tratamento de Doença de Fabry, distúrbio hereditário raro; e um projeto de hemoderivados, para fornecer produtos usados para o tratamento de hemofilia, com o Concentrado de Fator de Coagulação. “Nos demais produtos, o Tecpar concorre com outros laboratórios públicos nacionais: o Erlotinibe, para o tratamento de câncer de pulmão; o Everolimo, usado em transplante renal; o Lenalidomida, para o tratamento de mieloma múltiplo; e ainda uma fatia de 20% do medicamento usado no tratamento do câncer Adalimumabe, do qual o instituto já apresentou proposta e foi selecionado para 30% do fornecimento”, afirma a publicação.

Entidades desaprovam a proposta do governo

Se depender da avaliação da maior parte das entidades e instâncias a que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) submeteu a proposta de planos de saúde acessíveis do Ministério da Saúde, ela será rejeitada ou modificada de modo profundo. As avaliações integram relatório descritivo elaborado pelo regulador e encaminhado ao governo em setembro. De acordo com o Valor Econômico, segundo o ministério, a ideia é criar planos de saúde mais acessíveis à população e promover o equilíbrio nos custos per capita das operadoras. Salomão Rodrigues, coordenador da Comissão de Saúde Suplementar do Conselho Federal de Medicina (CFM) avalia que os modelos propostos atendem um nicho de mercado, mas não aos pacientes. Cinco técnicos do grupo de trabalho da ANS constituído para avaliar a proposta e submetê-la a debate público votaram pela exclusão pura e simples de boa parte do que ela prevê, especialmente nos detalhes. A ANS, em nota, afirma que o conteúdo do relatório, que inclui ainda avaliações do Ministério Público, Defensoria Pública, academia, entidades médicas e de defesa do consumidor, “não permite” concluir que o órgão regulador autorizou a proposta do governo. E que, de todo modo, grande parte das características apontadas no documento como essenciais a um plano mais acessível já são permitidas pela ANS. Tais tópicos, no entanto, avaliam os especialistas, demandam extensa regulamentação, contrariando as demandas das próprias operadoras, sob pena de estimularem ainda mais ações judiciais. Para Rodrigues, do CFM, a proposta é uma tentativa de oficializar práticas já instituídas, que contrariam a legislação. “A ANS diz nas entrelinhas que não está de acordo. Mas [não se posiciona claramente porque] obedece a ordem ministerial”, enfatiza a reportagem.

Ucraniana que atenderá 50% da demanda do SUS por insulina é questionada por setor

A Indar, empresa ucraniana que abastecerá 50% do mercado de insulina do governo, é pouco conhecida pelo setor e tem qualidade questionável, segundo a Associação Nacional de Atenção a Diabetes e outras farmacêuticas. Conforme a coluna Mercado Aberto da Folha de S.Paulo, a Indar firmou, em 2007, uma parceria com o Ministério da Saúde para transferir a tecnologia da insulina para laboratórios públicos. O processo vinha sendo feito com a Farmanguinhos, da Fiocruz, e chegou à sua última etapa em 2016. A fase final, que consiste em produzir em larga escala, será feita em outro laboratório: a Bahiafarma, que até então não fabricava insulina. Até que a Bahiafarma consiga assumir a produção, a insulina da Indar será importada para abastecer o mercado. A Farmanguinhos diz, em nota, que vai capacitar a equipe técnica do laboratório, mas não definiu um prazo. “A insulina da Indar tem registro na Anvisa e haverá total capacidade de abastecimento”, afirma Ronaldo Dias, presidente da Bahiafarma. Questionado sobre os critérios de escolha da Indar, o Ministério da Saúde respondeu que a Anvisa já comprovou qualidade do produto. Uma nova inspeção na Indar foi feita em 18 de agosto. Os resultados serão publicados em 30 dias, diz a agência. A coluna não conseguiu contato com a Indar.

Pela 1ª vez, cientistas removem doença genética com ‘cirurgia química’ de embrião

Pesquisadores chineses afirmam ter realizado pela primeira vez no mundo uma “cirurgia química” em embriões humanos para extrair uma doença. A equipe da Universidade de Sun Yat-sen usou uma técnica chamada “edição de base” para corrigir um único erro entre as três bilhões de “letras” do nosso código genético. Eles alteraram embriões feitos em laboratório para extrair a doença talassemia beta. De acordo com o site do G1, a equipe disse que o experimento pode levar, algum dia, ao tratamento de uma série de doenças herdadas geneticamente. A técnica altera a construção base do DNA: adenina, citosina, guanina e timina. Elas são mais conhecidas por suas respectivas letras iniciais, A, C, G e T. Os experimentos foram feitos com tecidos de um paciente com a doença e através de embriões humanos criados a partir da clonagem. O estudo, publicado na revista científica “Protein and Cell”, é o mais recente exemplo da rapidez na evolução da habilidade dos cientistas de manipular o DNA humano. O professor Lovell-Badge disse que esses métodos dificilmente serão usados clinicamente em breve. “Serão necessários muito mais debates sobre ética e sobre como esses métodos seriam regulados. E, em muitos países, incluindo a China, é necessário ter mecanismos mais robustos para regulação, fiscalização e acompanhamento a longo prazo”, completa Badge, destaca o G1.

SAÚDE NA IMPRENSA

Ministério da Saúde – Saúde consolida normas e elimina 16 mil portarias para melhorar a gestão

Ministério da Saúde – Ministério da Saúde libera R$ 1,6 milhão para habilitar CER em Aracaju

Ministério da Saúde – Brasil registra recorde de doadores de órgão, mas ainda é alta a recusa das famílias

Anvisa – Lote de medicamento Beta-Long é interditado

Anvisa – Venha discutir a situação do idoso no Brasil

Anvisa – Proibida venda de suplementos alimentares ilegais

Anvisa – Anvisa está na Conferência de Vigilância em Saúde de MG

Fiocruz – Seminário científico discute micose sistêmica com debate aberto ao público (5/10)

Fiocruz – Fiocruz promove Conferência Livre de Vigilância em Saúde em 17/10

Inca – Relatório da Iarc sobre epidemia global de obesidade alerta para o surgimento de doenças e a necessidade de mudar padrões de consumo

Inca – Congresso INCA 80 Anos reúne pesquisadores no Rio de Janeiro para apresentar e propor projetos ao controle do câncer no Brasil

Tecpar – TECPAR APRESENTA NOVOS PROJETOS PARA MEDICAMENTOS DE CÂNCER E DOENÇAS RARAS

Senado Federal – Ângela Portela pede medidas preventivas para suicídios no país

Senado Federal – Humberto Costa acusa ministro da Saúde de tentar tirar fábrica da Hemobrás de Pernambuco

Alesp – Comissão aprova projetos para a área da saúde

Alesp – Atendimento regional da carreta da mamografia

Alesp – Encontro na Alesp aborda políticas públicas para pessoas com deficiência

Senado Federal – Eduardo Amorim saúda Dia Nacional da Doação de Órgãos

Senado Federal – Maus-tratos a crianças provocam dano cerebral permanente, alerta ministro em CPI

Alesp – Recursos para a saúde de Mogi das Cruzes

Senado Federal – Ozonioterapia será tema de audiência pública na CAS em outubro

Câmara dos Deputados – Comissão garante atendimento à pessoa portadora da doença de Parkinson no SUS

Correio Braziliense – Novo teste identifica vírus da zika e distingue quatro sorotipos da dengue

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto – Ucraniana que atenderá 50% da demanda do SUS por insulina é questionada por setor

G1 – Quase metade dos abortos feitos no mundo entre 2010 e 2014 foram inseguros, diz OMS

G1 – Pela 1ª vez, cientistas removem doença genética com ‘cirurgia química’ de embrião

G1 – ‘Pare de chorar porque o seu marido vai cansar’: o estigma da depressão pós-parto que afeta 1 em 4 mães no Brasil

O Estado de S.Paulo – Prevalência de aids entre homens que fazem sexo com homens aumenta 140% em 7 anos

Valor Econômico – Planos têm perda de usuários, mas aumentam lucro

Valor Econômico – Entidades desaprovam a proposta do governo

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