REGULAÇÃO AQUECE MERCADO DE DRONES

//REGULAÇÃO AQUECE MERCADO DE DRONES

Fabricantes e empresários estão no setor de drones estão otimistas com o mercado brasileiro após a publicação da regulamentação do setor pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no início deste mês. Com a norma, o uso comercial e recreativo de aeronaves não tripuladas está permitido no Brasil, desde que as obrigações estabelecidas pela agência e pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) sejam obedecidas. O jornal O Estado de S.Paulo destaca que para a chinesa DJI, maior fabricante de drones do mundo, a regulamentação era um passo necessário para o País se consolidar como um dos grandes consumidores de drones. “Após a aprovação, a companhia já começou a estudar a abertura de um escritório no Brasil, que deve acontecer até 2018. Como setores importantes da economia brasileira têm potencial para usar esses equipamentos para serviços de inspeção, por exemplo, o País pode se tornar o principal mercado da América Latina para a DJI. Hoje, o Chile e o México estão na dianteira e já têm lojas da marca chinesa”, diz trecho da reportagem.

Sorgo volta a perder ‘status’, mas ganha apoio da Embrapa

Promessa de sucesso em 2015, quando a China rejeitou uma série de carregamentos de milho transgênico, o sorgo não balançou o comércio internacional como se supunha. Conforme o jornal Valor Econômico, no Brasil, foi renegado novamente à cobertura de solo, quando o produtor perde a janela para o cultivo de milho e/ou não tem dinheiro para produzi-lo. O alento é que a Embrapa quer mudar essa visão: defende que o sorgo sirva como reserva do produtor em períodos de seca e quer valorizá-lo como produto de nicho. Tanto o milho quanto o sorgo são plantados atualmente no país sobretudo após a colheita de soja e se desenvolvem no inverno. Mas o milho tem um mercado muito maior e é mais rentável, lembra Cícero Beserra de Menezes, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo. “Além disso, a indústria de sementes, fertilizantes e defensivos é mais agressiva no fornecimento de produtos para o milho. O produtor fica meio sem opção de escolha”. A Embrapa também quer mostrar que o sorgo pode ser usado como substituto do trigo na alimentação humana. “Ele é livre de glúten e tem sabor mais suave. Além disso, altos teores de ferro, zinco, fibras e vitamina E”, afirma ao Valor, Valéria Vieira Queiroz, nutricionista da Embrapa.

China deve elevar para 95% taxa sobre açúcar importado extra-cota

A China deverá aumentar de 50% para 95%, a partir desta segunda-feira (22), a tarifa incidente sobre o volume de suas importações de açúcar que exceder a cota estabelecida pelo governo, conforme o Valor Econômico apurou. A medida é resultado de uma investigação de salvaguarda que tem por objetivo proteger os produtores chineses. O Brasil, maior exportador da commodity para aquele mercado, tende a ser um dos países mais prejudicados. O plano de Pequim é manter em 15% a tarifa cobrada nas importações dentro da cota que estabelece, que é de 1,95 milhão de toneladas de açúcar. E o volume que superar esse limite terá a alíquota aumentada. “A tarifa extra-cota, que até agora era de 50%, será alterada de forma escalonada: passa para 95% no primeiro ano, cai para 90% no segundo e recua um pouco mais, para 85%, no terceiro ano, de acordo com fontes que tiveram acesso ao plano chinês. O governo chinês prevê produção de 10,5 milhões de toneladas de açúcar na safra 2017/18, e busca ampliar os incentivos para que o volume chegue a 15 milhões até 2020. Ao mesmo tempo, a expectativa é que haverá um corte de 1 milhão de toneladas nas importações neste ano, para cerca de 4 milhões de toneladas, o menor volume em cinco anos”, afirma a notícia.

Estudo acompanha preços dos insumos de milho e soja

Um histórico traçado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre os custos de agrotóxicos e fertilizantes nos principais estados produtores de milho e soja revela que os melhores momentos para a aquisição de insumos são os que antecedem a safra de cada região brasileira. Segundo o jornal Integração, o estudo avalia a participação dos fertilizantes na rentabilidade do produtor por ano-safra, de 2010/11 a 2015/16. “Segundo a publicação, denominada ‘O Comportamento dos Preços dos Insumos Agrícolas na Produção de Milho e Soja’, os agricultores normalmente não fazem estoques de insumos. Em vez disso, adquirem tais produtos quando o ciclo de plantio de cada cultura exige. Essa demanda momentânea acaba influenciando na definição de preços dos insumos. Apesar do produtor não participar de forma ativa no processo de formação de preços, o estudo indica que os valores, em sua maioria, se comportam de acordo com a procura e não apresentam grandes diferenças em relação à média de preços praticados nas localidades analisadas”, diz a publicação.

 

NA IMPRENSA

Zero Hora – Palavra do Especialista – Elisio Contini e Édson Bolfe: pequeno produtor e qualidade de vida

Valor Econômico – Previsão de alta de estoques de suco 

Valor Econômico – Sorgo volta a perder ‘status’, mas ganha apoio da Embrapa

Valor Econômico – China deve elevar para 95% taxa sobre açúcar importado extra-cota 

O Estado de S.Paulo – Regulação aquece mercado de drones

O Estado de S.Paulo – Lourival Sant’Anna – Oportunidade na crise

G1 – CPI aponta irregularidades na demarcação de terras indígenas

G1 – Maiores produtores de cacau do país enfrentam momentos opostos na safra

G1 – Estiagem mata milhares de animais e deixa as lavouras improdutivas

G1 – Economia de água na irrigação beneficia produtores de hortaliças

G1 – Estabelecimento é flagrado vendendo agrotóxicos ilegalmente em Craíbas, AL

Expresso MT – Projeto aumenta em 30% a produtividade nas lavouras de cafés especiais no Norte Pioneiro

Planeta Arroz – Alto custo de arroz local preocupa governo nigeriano

Jornal Integração – Estudo acompanha preços dos insumos de milho e soja

Notícia da Manhã – Audiência em Catanduva discutirá pulverização aérea e danos à apicultura

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