PIB SÓ ESTÁ POSITIVO POR CAUSA DA AGROPECUÁRIA, DIZ IBGE

//PIB SÓ ESTÁ POSITIVO POR CAUSA DA AGROPECUÁRIA, DIZ IBGE
Quando se olha para a alta de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no acumulado dos três primeiros trimestres do ano, igual ao período de 2016, “fica clara a contribuição da agropecuária para o ano”, afirmou na sexta-feira (1º), Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Estadão enfatiza que conforme os dados divulgados pelo IBGE, pela ótica da oferta, a agropecuária foi o único componente com variação positiva, de 14,5%, puxando as demais atividades. A Indústria encolheu 0,9% e os serviços, 0,2%, na comparação com os três primeiros trimestres de 2016. “No acumulado do ano, o PIB só está positivo por causa da agropecuária”, disse Rebeca. Na comparação com o 2º trimestre do ano, a agropecuária foi a principal responsável por segurar a expansão do PIB. Conforme o IBGE, o PIB do terceiro trimestre cresceu apenas 0,1% ante o segundo trimestre. No segundo trimestre, o crescimento foi de 0,7% ante o primeiro, conforme revisão anunciada. “A pesquisadora ressaltou que, para 2017 como um todo, a agropecuária continua como o grande destaque da economia, na esteira de uma supersafra que se recupera da quebra verificada em 2016. As exportações da indústria automotiva e da agropecuária foram os principais destaques da alta registrada nas vendas externas de bens e serviços no terceiro trimestre de 2017 contra o segundo trimestre do mesmo ano”, frisa a divulgação.

Rigor ambiental na China eleva preço de defensivo

O produtor brasileiro está pagando mais pelos defensivos e novos reajustes de preços são esperados para 2018, conta à coluna Broadcast Agro o presidente da Adama Brasil, Rodrigo Gutierrez. Segundo o Estadão, a alta reflete a menor oferta de produtos pela China, principal fornecedor mundial de matérias-primas para o segmento. Por causa de acordos ambientais firmados nos últimos anos pelo país asiático, o governo local está sendo rigoroso na fiscalização. Fábricas estão sendo fechadas por não cumprir a legislação sobre tratamento de resíduos. Com isso, até setembro, a capacidade de produção de ingredientes ativos para defensivos foi reduzida à metade, segundo a filial chinesa da Adama. O herbicida glifosato, utilizado em lavouras de soja, milho e algodão, só neste ano subiu 25%. Em 2018, outros produtos terão reajuste, numa alta média de 30%, estima Gutierrez. “O agricultor precisa se planejar para a safra 2018/2019; alguns herbicidas e inseticidas podem até faltar.” Para o vice-presidente de Proteção de Cultivos da Basf para a América Latina, Eduardo Leduc, pode ser uma oportunidade para estimular investimentos em produção no Brasil.

DowDuPont conclui venda de parte dos negócios de sementes no Brasil

A americana DowDuPont completou a venda de parte de seu negócio de sementes de milho no Brasil para o fundo chinês estatal CITIC Agri Fund por US$ 1,1 bilhão. De acordo com o Valor Econômico, a transação era uma das medidas necessárias para garantir a fusão da Dow e da DuPont, concluída em agosto. As ações da companhia americana ainda não estavam em negociação no momento do anúncio, mas, neste ano, seus papéis já subiram 28%, ante uma alta de 18% no índice S&P 500. Dentre os ativos que passaram para a mão do fundo chinês estão quatro estabelecimentos de produção de sementes de milho e quatro centros de pesquisa, além de uma cópia do banco de germoplasma de milho e da linha de híbridos brasileiros da Dow AgroSciences e a marca Morgan. O CITIC Agri Fund também recebeu licença para a marca Dow Sementes por 12 meses. Esses ativos geraram uma receita de cerca de US$ 287 milhões em 2016. “A divisão de agricultura da DowDuPont permanecerá com o banco original de germoplasma de milho brasileiro da Dow AgroSciences e o restante de seus locais de produção de sementes de milho e centros de pesquisa, além das linhas de milho híbrido e outros ativos. O CITIC Agri Fund foi criado em 2016 pela divisão agrícola do grupo CITIC, o maior conglomerado empresarial da China”, destaca parte da reportagem.

Proibição do Paraquate é atualizada

A Anvisa publicou na sexta-feira (1) uma atualização na RDC 177/2017 que trata da proibição do agrotóxico paraquate no Brasil. É o que informa o portal da Anvisa. As principais questões tratam da produção do produto para exportação, o prazo para que as empresas implantem os formulários informativos e termos de responsabilidade, e o prazo de esgotamento dos estoques adquiridos pelos agricultores. O novo texto permite a produção, exclusiva para exportação, de agrotóxicos com paraquate em embalagens menores que cinco litros. Para a distribuição dos folhetos informativos com frases de alerta o prazo das empresas é de 120 dias. Para a inclusão do Termos de Conhecimento de Risco e de Responsabilidade o prazo é de 180 dias. Também houve uma atualização das frases de advertência e informações que fazer parte do termo de responsabilidade.

NA IMPRENSA
Mapa – Blairo Maggi reconhecerá oficialmente zonas livres de aftosa na Região Norte nesta segunda e terça-feira (4 e 5)

Mapa – Ações da Vigilância Agropecuária Internacional serão mais simples e seguras

Mapa – Blairo Maggi debate mudanças com servidores do Mapa em Mato Grosso

Ministério da saúde – Ministro da Saúde participa do Encontro Estadual de Empreendedores e Líderes Rurais

MMA – Água Doce é exemplo para o mundo

MMA – ICMBio inaugura trilha no Parque de Brasília

Embrapa – Assentamento alagoano em unidade de conservação recebe tecnologia social

Embrapa – Cultivares de melão, grão-de-bico e tomate fazem sucesso em feira tradicional da França

Anvisa – Proibição do Paraquate é atualizada

Câmara dos Deputados – Comissão de Agricultura debate políticas para planejamento das safras no Brasil

Câmara dos Deputados – Comissão pode votar proposta sobre proteção de cultivares na próxima semana

Senado Federal – Comissão analisa projeto que autoriza inscrição de lote individual de reforma agrária em cadastro ambiental

Senado Federal – Relator complementa voto sobre Código Brasileiro de Aeronáutica

Folha de S.Paulo – Ministro da Fazenda culpa agricultura por estabilidade do PIB no 3º tri

G1 – Estiagem provoca dificuldades a pescadores e agricultores do RN

G1 – Produtores trabalham na tosquia de ovelhas em fazendas do RS

G1 – Mecanização ajuda a aumentar a produtividade da mandioca no AC

G1 – Florada do café enche de beleza e cores as lavouras do grão em MG

O Estado de S.Paulo – No acumulado do ano, PIB só está positivo por causa da agropecuária, diz IBGE

O Estado de S.Paulo – Broadcast Agro – Rigor ambiental na China eleva preço de defensivo

Valor Econômico – Minerva Foods embarca 27 mil bois vivos para a Turquia

Valor Econômico – DowDuPont conclui venda de parte dos negócios de sementes no Brasil

Valor Econômico – Usina de massa falida de João Lyra recebe lance de R$ 206,3 milhões

Valor Econômico – Produtores de borracha pedem elevação de tarifa de importação

Valor Econômico – Em busca da virada nos campos de arroz

Valor Econômico – Planejamento, receita para bons resultados

Valor Econômico – Commodities Agrícolas

Zero Hora – Animais recuperados de abigeato podem ser leiloados

Zero Hora – Surto de raiva mata 37 animais em Boqueirão do Leão

Zero Hora – Glifosato: de solução nas lavouras à dor de cabeça

Quando se olha para a alta de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no acumulado dos três primeiros trimestres do ano, igual ao período de 2016, “fica clara a contribuição da agropecuária para o ano”, afirmou na sexta-feira (1º), Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Estadão enfatiza que conforme os dados divulgados pelo IBGE, pela ótica da oferta, a agropecuária foi o único componente com variação positiva, de 14,5%, puxando as demais atividades. A Indústria encolheu 0,9% e os serviços, 0,2%, na comparação com os três primeiros trimestres de 2016. “No acumulado do ano, o PIB só está positivo por causa da agropecuária”, disse Rebeca. Na comparação com o 2º trimestre do ano, a agropecuária foi a principal responsável por segurar a expansão do PIB. Conforme o IBGE, o PIB do terceiro trimestre cresceu apenas 0,1% ante o segundo trimestre. No segundo trimestre, o crescimento foi de 0,7% ante o primeiro, conforme revisão anunciada. “A pesquisadora ressaltou que, para 2017 como um todo, a agropecuária continua como o grande destaque da economia, na esteira de uma supersafra que se recupera da quebra verificada em 2016. As exportações da indústria automotiva e da agropecuária foram os principais destaques da alta registrada nas vendas externas de bens e serviços no terceiro trimestre de 2017 contra o segundo trimestre do mesmo ano”, frisa a divulgação.

Rigor ambiental na China eleva preço de defensivo

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A Anvisa publicou na sexta-feira (1) uma atualização na RDC 177/2017 que trata da proibição do agrotóxico paraquate no Brasil. É o que informa o portal da Anvisa. As principais questões tratam da produção do produto para exportação, o prazo para que as empresas implantem os formulários informativos e termos de responsabilidade, e o prazo de esgotamento dos estoques adquiridos pelos agricultores. O novo texto permite a produção, exclusiva para exportação, de agrotóxicos com paraquate em embalagens menores que cinco litros. Para a distribuição dos folhetos informativos com frases de alerta o prazo das empresas é de 120 dias. Para a inclusão do Termos de Conhecimento de Risco e de Responsabilidade o prazo é de 180 dias. Também houve uma atualização das frases de advertência e informações que fazer parte do termo de responsabilidade.

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