PARA ACELERAR AVANÇO, SYNGENTA SINALIZA RIGOR COM CUSTOS

//PARA ACELERAR AVANÇO, SYNGENTA SINALIZA RIGOR COM CUSTOS
O Valor Econômico publica reportagem, nesta sexta-feira (30), destacando o uruguaio Geraldo Ramos, que está à frente da área de pesquisa e desenvolvimento de proteção de cultivos da suíça Syngenta, tendo a responsabilidade por investimentos superiores a US$ 10 bilhões na última década. Conforme a publicação, ele precisa controlar os custos para ajudar a desenvolver produtos que tornem realidade o projeto ambicioso da empresa de dobrar sua receita em um período de cinco a dez anos. “Ele lidera um dos três maiores centros de pesquisa da Syngenta, o Stein. Localizado na fronteira com a Alemanha, numa área de 6 mil metros quadrados, o centro tem 100 pesquisadores doutores de 27 nacionalidades, trabalhando atualmente em 50 projetos de ativos para novas fórmulas. Ramos avalia que o maior desafio dos pesquisadores da Syngenta hoje é desenvolver defensivos e sementes que ampliem as vendas, mas não aumentem a relação entre o valor investido em pesquisa e a receita obtida. Entre 2006 e 2015, a Syngenta investiu US$ 11,2 bilhões teve receita acumulada de US$ 119 bilhões, uma relação de 9,4%”, diz a publicação.

Desenvolvimento de novo defensivo gira em torno de US$ 200 milhões

A reportagem ressalta também que os custos para desenvolver um novo defensivo giram em torno de US$ 200 milhões e, com sorte, em seis anos esse produto chega na fase de registro de patente, segundo Gerardo Ramos. “Por ano, a companhia investe US$ 1,3 bilhão em pesquisa e desenvolvimento. Foi essa necessidade bilionária de investimentos que motivou o redesenho do tabuleiro global do agronegócio. No fim de 2015, a Syngenta deu início ao processo de consolidação no mercado com as negociações com a ChemChina, apenas dois meses após a americana Monsanto tentar comprar a companhia suíça, com uma oferta hostil de US$ 46 bilhões. Em seguida, as americanas Dow Chemical e DuPont anunciaram uma megafusão e, em setembro, foi a vez de a alemã Bayer anunciar a compra da americana Monsanto. Esses movimentos ocorreram prometendo propiciar investimentos maiores em pesquisas em novas soluções, químicas e biológicas, nas áreas de sementes e defensivos. Após a conclusão dessas transações no setor, a Syngenta poderá perder o posto de líder em proteção de cultivos para a concorrente Bayer. As duas estão muito próximas no ranking – a suíça tem 20% do mercado e a alemã, 19%. A Syngenta pretende ampliar a participação de mercado para algo em torno de 25%, segundo o presidente da companhia, Erik Fyrwald”, diz a publicação do Valor Econômico.

Fungicida com tripla proteção é lançado para combate à ferrugem asiática

Segundo dados do Consórcio de Ferrugem, da Embrapa, somente na safra 2016/2017 foram registradas 415 ocorrências do fungo, o que pode significar perdas de até 80% da produção de uma lavoura e o prejuízo de até US$ 2 bilhões aos sojicultores. “Com a chegada da ferrugem nas lavouras brasileiras em 2001, o mercado viu a necessidade de criar produtos que auxiliariam o agricultor no combate à essa doença tão devastadora. As soluções disponíveis no mercado têm perdido eficácia ano após ano e, ao longo do tempo, foram detectados casos de resistência aos produtos tradicionais. Após cinco anos de pesquisas e testes, a Adama, empresa global do setor de agroquímicos, lança seu novo fungicida Cronnos, o único a ter uma combinação tripla de princípios ativos, contando com um protetor multissítio entre eles. Esta combinação proporciona proteção completa para a soja, já que todos os mecanismos de ação do produto atuam diretamente no fungo e de diferentes formas, dificultando sua entrada na planta”, destaca reportagem do Portal do Agronegócio.

BRF diz que deixará de usar ovos de galinhas confinadas em gaiolas até 2025

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, dona das marcas Sadia e Perdigão, informou nesta quinta-feira (29) que assumiu compromisso de eliminar de seu processo industrial, até 2025, ovos de galinhas confinadas em gaiola. “O projeto está contemplado na parceria entre a companhia e a ONG World Animal Protection (Proteção Animal Mundial), segundo a empresa. Esse movimento tem sido realizado também em outros países por outras empresas de alimentos, como a Nestlé. A BRF, maior exportadora global de carne de frango, disse ainda que a companhia tem trabalhado para ampliar o bem-estar dos animais de toda sua cadeia, como eliminação gradativa de celas de gestação na produção de suínos até o final do ano de 2026, conforme anunciado anteriormente”, ressalta reportagem publicada pelo portal G1.

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G1 – Novos estudos mostram que agrotóxico afeta reprodução e diminui população de abelhas

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