NA FLORESTA, IBAMA USA CIÊNCIA PARA VERIFICAR LEGALIDADE DA MADEIRA

//NA FLORESTA, IBAMA USA CIÊNCIA PARA VERIFICAR LEGALIDADE DA MADEIRA
Na tentativa de identificar fraudes, é preciso chegar ao local exato no qual a árvore foi cortada e extrair as pistas contidas no toco que restou em meio à mata. O resultado deve corresponder exatamente aos sinais observados na tora que chegou à indústria. Equipes do Ibama foram de Minas Gerais e Goiás para dar apoio às ações de combate ao desmatamento e à exploração ilegal de madeira na região de Colniza (1.080 km de Cuiabá), parte da Operação Maravalha. Além de confirmar se a espécie é a mesma, medidas como o diâmetro e até mesmo minúsculos padrões do caule são avaliados. Um resultado negativo, ou seja, que não sustenta uma correspondência com as toras armazenadas na serraria, é um indicativo seguro de que a madeira é proveniente de uma área diferente da qual havia sido autorizada. A reportagem da Folha de S.Paulo acompanhou o trabalho de verificação de uma área que, por meio de plano de manejo regular, fornece matéria-prima para uma grande madeireira localizada no distrito de Guatá, na divisa dos Estados de Rondônia e do Amazonas. “Na área, nenhuma irregularidade foi encontrada. Neste ano, segundo o Ibama, mais de 25.000 m³ de toras de madeira com irregularidades na origem foram apreendidas no Estado de Mato Grosso”, enfatiza a Folha.

CNA projeta resultados mais positivos no campo em 2018

O Produto Interno Bruto do agronegócio brasileiro, que inclui todos os elos das cadeias que compõem o setor, deverá crescer de 0,5% a 1% em 2018 caso o clima continue favorável, segundo projeções da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Para 2017, a projeção é de baixa de 2%. O Valor Econômico ressalta que segundo a entidade, se a expectativa de queda de 6% da colheita de grãos nesta safra 2017/18 se confirmar, os preços tendem a reagir. Essa estimativa, divulgada pela Conab, leva em consideração as previsões meteorológicas atuais, que sinalizam um clima favorável, mas “menos perfeito” que no ciclo 2016/17. Assim, o PIB da agropecuária, que envolve apenas a produção primária, aumentará 5% em 2018, conforme a CNA. Para 2017, a estimativa é de expansão de 11%, alavancada pela safra recorde de grãos. Em função de preços mais animadores para 2018, projetou a CNA, o Valor Bruto da Produção (VBP) registrará crescimento de 7,1% em 2018, para R$ 559,6 bilhões. A estimativa é que o VBP agrícola aumente 6,1%, puxado pela soja, e o da pecuária cresça 9%. A entidade avaliou que as reformas da Previdência e tributária serão importantes para que o agronegócio continue em expansão.

Comissão especial tenta consenso sobre projeto que altera Lei de Proteção de Cultivares

Pela proposta (PL 827/15), os produtores rurais terão que pagar royalties aos pesquisadores enquanto utilizarem cultivares, que são sementes melhoradas geneticamente. A obrigatoriedade desse pagamento valeria para 150 produtos. A terceira versão do relatório feito na comissão especial que analisa o projeto começou a ser discutida na terça-feira (5). Conforme o portal da Câmara dos Deputados, o texto alternativo cria os Grupos Gestores de Cultivares (GGCs), dividindo os produtos agrícolas em áreas. São esses grupos que determinarão a política de pagamento dos royalties pelo uso de cultivares. Entidades como a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) se posicionaram oficialmente contra o projeto. “Para os parlamentares ligados ao setor agrícola, a grande preocupação é que o pagamento dos royalties não onere o produtor rural, que segundo eles já sofre com os altos custos de produção. Uma sugestão é que os recursos para a continuidade das pesquisas já estejam embutidos no preço da semente. O relator da proposta na comissão especial, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), afirmou que o texto foi feito para evitar a dependência da agricultura brasileira em relação às multinacionais. A votação do relatório ainda não tem data marcada para acontecer”, afirma a publicação.

Produtor poderá ter crédito rural subsidiado para serviço privado de assistência técnica

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, projeto que inclui entre os objetivos específicos do crédito rural o financiamento da contratação de serviços privados de assistência técnica ou extensão rural aos produtores ou suas organizações legalmente instituídas, através de linha de crédito subsidiado. De acordo com a Agência Senado, o texto segue para análise da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). De autoria do então senador Assis Gurgacz (PDT-RO), o PLS 318/2012 altera a Lei do Crédito Rural (4.829/1965) e a Lei da Política Agrícola (8.171/1991) para dar acesso e amparo aos produtores rurais que necessitam de assistência técnica e capacitação para agregação de tecnologias às atividades rurais. O relator substituto, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), considerou que a proposta auxiliará os 78% de produtores rurais que não receberam nenhuma orientação técnica, segundo dados do Censo Agropecuário de 2006, e acelerará a disponibilidade de recursos federais para assistência técnica e extensão rural. Ele sugeriu a reclassificação da proposta, que deixa assim de ser projeto de lei complementar e torna-se projeto de lei ordinária. “A mudança facilita a aprovação da proposição, que deixa de exigir quórum qualificado para prosseguir”, diz o texto.

NA IMPRENSA
Mapa – Pará não precisa de novas áreas para ser um grande produtor agropecuário

Mapa – Blairo Maggi debate estratégias do agronegócio nesta quarta-feira (6) em SP

Mapa – Amapá fecha um ciclo fundamental no Plano de Erradicação da Aftosa

Mapa – Mapa oficializa medidas para apoiar a saúde animal

MMA – Ministério apoia capacitação em Sergipe

MMA – Água Doce capacita mais de 500 pessoas

MMA – Curso apresenta ferramenta de medição de mercúrio

MMA – Brasil quer ampliar cooperação com o Japão

Embrapa – Megaprojeto com 20 instituições vai mapear solo brasileiro

Embrapa – Embrapa capacita agricultores paraenses em biofortificados

Embrapa – 20 instituições assinam parceria para mapear solo brasileiro

Ibama – Rede Latino-Americana de Fiscalização e Conformidade Ambiental (RedLafica) firma Acordo de Brasília

ALESP – Mais municípios contemplados com recursos para melhorias em estradas rurais

ALESP – Frente Parlamentar da Extensão Rural promove solenidade

Câmara dos Deputados – Comissão especial tenta consenso sobre projeto que altera Lei de Proteção de Cultivares

Senado Federal – Aprovada inscrição de lote individual da reforma agrária no CAR

Senado Federal – CRA conclui que pesquisas aumentaram a competitividade da agropecuária

Senado Federal – Produtor poderá ter crédito rural subsidiado para serviço privado de assistência técnica

Senado Federal – Telmário Mota relata dificuldades no Cadastro Ambiental Rural em Roraima

Folha de S.Paulo – Na floresta, Ibama usa ciência para verificar legalidade da madeira

Folha de S.Paulo – Desmatamento do cerrado é economicamente irracional, diz estudo

Folha de S.Paulo – Alexandre SchwartsmanResultado do PIB no 3º trimestre é motivo para celebrar, sim

Folha de S.Paulo – Funai e Exército combatem garimpo em área de índios isolados no AM

Folha de S.Paulo – Vaivém das Commodities – Área de algodão deve dobrar em 5 anos

G1 – Participação do agronegócio no PIB é a maior em 13 anos, estima CNA

O Estado de S.Paulo – Cientistas brasileiros criam fruta cítrica para concorrer com laranja

O Estado de S.Paulo – Investimentos em infraestrutura abrem caminhos no Paraná

Valor Econômico – Lactalis adquire da CCPR 100% das ações da Itambé Alimentos 

Valor Econômico – PIB do agronegócio deverá crescer de 0,5% a 1% em 2018, estima CNA 

Valor Econômico – CNA projeta resultados mais positivos no campo em 2018 

Valor Econômico – Biosev concentra foco em redução de custos 

Valor Econômico – Gigante em captação e vendas 

Na tentativa de identificar fraudes, é preciso chegar ao local exato no qual a árvore foi cortada e extrair as pistas contidas no toco que restou em meio à mata. O resultado deve corresponder exatamente aos sinais observados na tora que chegou à indústria. Equipes do Ibama foram de Minas Gerais e Goiás para dar apoio às ações de combate ao desmatamento e à exploração ilegal de madeira na região de Colniza (1.080 km de Cuiabá), parte da Operação Maravalha. Além de confirmar se a espécie é a mesma, medidas como o diâmetro e até mesmo minúsculos padrões do caule são avaliados. Um resultado negativo, ou seja, que não sustenta uma correspondência com as toras armazenadas na serraria, é um indicativo seguro de que a madeira é proveniente de uma área diferente da qual havia sido autorizada. A reportagem da Folha de S.Paulo acompanhou o trabalho de verificação de uma área que, por meio de plano de manejo regular, fornece matéria-prima para uma grande madeireira localizada no distrito de Guatá, na divisa dos Estados de Rondônia e do Amazonas. “Na área, nenhuma irregularidade foi encontrada. Neste ano, segundo o Ibama, mais de 25.000 m³ de toras de madeira com irregularidades na origem foram apreendidas no Estado de Mato Grosso”, enfatiza a Folha.

CNA projeta resultados mais positivos no campo em 2018

O Produto Interno Bruto do agronegócio brasileiro, que inclui todos os elos das cadeias que compõem o setor, deverá crescer de 0,5% a 1% em 2018 caso o clima continue favorável, segundo projeções da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Para 2017, a projeção é de baixa de 2%. O Valor Econômico ressalta que segundo a entidade, se a expectativa de queda de 6% da colheita de grãos nesta safra 2017/18 se confirmar, os preços tendem a reagir. Essa estimativa, divulgada pela Conab, leva em consideração as previsões meteorológicas atuais, que sinalizam um clima favorável, mas “menos perfeito” que no ciclo 2016/17. Assim, o PIB da agropecuária, que envolve apenas a produção primária, aumentará 5% em 2018, conforme a CNA. Para 2017, a estimativa é de expansão de 11%, alavancada pela safra recorde de grãos. Em função de preços mais animadores para 2018, projetou a CNA, o Valor Bruto da Produção (VBP) registrará crescimento de 7,1% em 2018, para R$ 559,6 bilhões. A estimativa é que o VBP agrícola aumente 6,1%, puxado pela soja, e o da pecuária cresça 9%. A entidade avaliou que as reformas da Previdência e tributária serão importantes para que o agronegócio continue em expansão.

Comissão especial tenta consenso sobre projeto que altera Lei de Proteção de Cultivares

Pela proposta (PL 827/15), os produtores rurais terão que pagar royalties aos pesquisadores enquanto utilizarem cultivares, que são sementes melhoradas geneticamente. A obrigatoriedade desse pagamento valeria para 150 produtos. A terceira versão do relatório feito na comissão especial que analisa o projeto começou a ser discutida na terça-feira (5). Conforme o portal da Câmara dos Deputados, o texto alternativo cria os Grupos Gestores de Cultivares (GGCs), dividindo os produtos agrícolas em áreas. São esses grupos que determinarão a política de pagamento dos royalties pelo uso de cultivares. Entidades como a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) se posicionaram oficialmente contra o projeto. “Para os parlamentares ligados ao setor agrícola, a grande preocupação é que o pagamento dos royalties não onere o produtor rural, que segundo eles já sofre com os altos custos de produção. Uma sugestão é que os recursos para a continuidade das pesquisas já estejam embutidos no preço da semente. O relator da proposta na comissão especial, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), afirmou que o texto foi feito para evitar a dependência da agricultura brasileira em relação às multinacionais. A votação do relatório ainda não tem data marcada para acontecer”, afirma a publicação.

Produtor poderá ter crédito rural subsidiado para serviço privado de assistência técnica

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, projeto que inclui entre os objetivos específicos do crédito rural o financiamento da contratação de serviços privados de assistência técnica ou extensão rural aos produtores ou suas organizações legalmente instituídas, através de linha de crédito subsidiado. De acordo com a Agência Senado, o texto segue para análise da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). De autoria do então senador Assis Gurgacz (PDT-RO), o PLS 318/2012 altera a Lei do Crédito Rural (4.829/1965) e a Lei da Política Agrícola (8.171/1991) para dar acesso e amparo aos produtores rurais que necessitam de assistência técnica e capacitação para agregação de tecnologias às atividades rurais. O relator substituto, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), considerou que a proposta auxiliará os 78% de produtores rurais que não receberam nenhuma orientação técnica, segundo dados do Censo Agropecuário de 2006, e acelerará a disponibilidade de recursos federais para assistência técnica e extensão rural. Ele sugeriu a reclassificação da proposta, que deixa assim de ser projeto de lei complementar e torna-se projeto de lei ordinária. “A mudança facilita a aprovação da proposição, que deixa de exigir quórum qualificado para prosseguir”, diz o texto.

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Senado Federal – Aprovada inscrição de lote individual da reforma agrária no CAR

Senado Federal – CRA conclui que pesquisas aumentaram a competitividade da agropecuária

Senado Federal – Produtor poderá ter crédito rural subsidiado para serviço privado de assistência técnica

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