MINISTÉRIO DA SAÚDE ANUNCIA MUDANÇAS NO REPASSE DE RECURSOS FEDERAIS A ESTADOS E MUNICÍPIOS

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O Ministério da Saúde apresentou, nesta terça-feira (7), o plano para alterar as regras para Estados e municípios aplicarem os recursos federais. Reportagem do G1 destaca que, até agora, os valores tinham destinos específicos e eram divididos em seis diferentes contas: atenção básica; atenção de média e alta complexidade; vigilância; assistência farmacêutica; gestão e investimentos. A partir da mudança, o repasse será dividido em apenas duas modalidades: custeio e investimento. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a mudança traz mais autonomia aos gestores para investir mais ou menos em determinados setores. “Ainda não há prazo determinado para a mudança começar a valer. Foi criado um grupo de trabalho que tem até 60 dias para apresentar uma proposta de implantação da mudança para a Comissão Intergestores Tripartite (composta pelo Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Conselho Nacionais de Secretarias Municipais de Saúde) e para o Conselho Nacional de Saúde que irão avaliar e definir os próximos passos. A modificação nos repasses engloba também o pagamento em parcela única das obras de construção, ampliação ou reforma ligadas à saúde”, destaca a reportagem do G1.

Alterações no Mais Médicos

O jornal O Estado de S.Paulo publica reportagem sobre outras mudanças em gestação no Ministério da Saúde. Conforme a publicação, foi criado um grupo de trabalho para rever a distribuição de profissionais recrutados no Mais Médicos, considerada injusta por muitas prefeituras. “São cerca de 1.500 municípios que não participam do Mais Médicos, enquanto em algumas cidades o número de profissionais chega a 100”, afirmou ao Estado o ministro da Saúde, Ricardo Barros. “O ministro tem ouvido queixas sobre a distribuição de médicos do programa há alguns meses. Em dezembro, pediu a sua equipe uma análise das alternativas para fazer um novo arranjo da distribuição. Na última reunião com representantes de secretários estaduais e municipais de Saúde, ficou acertada a criação de um grupo para encontrar uma solução para o problema. Há ainda muitas dúvidas a serem esclarecidas. Não se sabe ao certo como contemplar novos municípios sem que de vagas do programa seja aumentada de forma expressiva – e, com isso, os custos do programa. Ao mesmo tempo, um remanejamento poderia significar a perda de vagas em cidades que já estão com várias equipes formadas, o que geraria um grande desgaste. Uma das alternativas em discussão é a revisão da forma com que as prefeituras financiam o programa”, ressalta o texto publicado pelo Estadão.

O apetite do PMDB

Confirmada a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal, os partidos que integram a base do governo de Michel Temer se movimentam em busca de espaço na administração federal. No Estadão, o repórter Igor Gadelha publica reportagem na tarde desta terça-feira (7) ressaltando que a bancada do PMDB na Câmara não teria interesse em indicar o substituto para o Ministério da Justiça. “Deputados peemedebistas cobram do Palácio do Planalto uma pasta “com capilaridade”, por meio da qual possam fazer ações nas bases eleitorais, com vistas às eleições de 2018”, diz o texto. Segundo integrantes da bancada, a indicação de um deputado do PMDB para a Justiça teria sido “ventilada” na segunda-feira (6), mas a avaliação de peemedebistas seria de que a Justiça é uma pasta técnica, com a qual não poderiam fazer políticas nas bases. “A prioridade da bancada seria retomar o comando do Ministério da Saúde, hoje com o deputado licenciado Ricardo Barros (PP-PR). Peemedebistas com trânsito no Palácio do Planalto consideram, porém, muito difícil o governo tirar a Saúde do PP para dar ao PMDB. Por isso, a bancada cobra que Temer nomeie um deputado peemedebista para a liderança do governo, hoje com André Moura (PSC-SE), integrante do chamado Centrão”, diz trecho da reportagem.

Pesquisa sobre doenças no Google

O Google e o Hospital Israelita Albert Einstein aprofundaram a parceria em busca por informações sobre doenças na internet e anunciaram na segunda-feira (6) um novo formato para os resultados de pesquisas sobre saúde via celular. “Cerca de 1% das buscas no mundo são relacionadas a sintomas, relata o Google, destacando que isso mostra a importância do serviço. Entre os sintomas mais buscados no Brasil estão, por exemplo, garganta inflamada, dor de cabeça, faringite, dor nas costas, dor na nuca, tontura e taquicardia. Os painéis de informação do Google contêm mais de 400 tipos de sintomas. Ao buscar um dos itens, o sistema mostra um painel com três abas. A primeira descreve a doença, a segunda relata os sintomas e a terceira informa os tipos de tratamento. Tudo é ilustrado, indica o nível de gravidade e sugere a procura por um médico ou hospital, quanto for o caso. O nome do Einstein aparece como fonte das informações”, destaca trecho da publicação. Informações sobre métodos contraceptivos podem ser visualizadas em computadores e dispositivos móveis, mas as buscas por sintomas só foram programadas para celulares com o sistema operacional Android, do Google, ou iOS, da Apple.

SAÚDE NA IMPRENSA
Ministério da Saúde – Gestores de saúde implementam lei de repasses de verbas e aumentam fiscalização da sua execução

Anvisa – Anvisa mantém posição: medicamento genérico é seguro

ANS – ANS promove o primeiro encontro do GT Debates Fiscalizatórios

Fiocruz – Pesquisadora da Fiocruz Pernambuco é eleita personalidade do ano no prêmio ‘Faz diferença’

Fiocruz – Segurança do paciente: livro debate ideias e desafios para o cuidado em saúde

Valor Econômico – Google e Einstein lançam diagnóstico por celular

O Estado de S.Paulo – Distribuição do Mais Médicos no País vai mudar

O Estado de S.Paulo – Mutilação genital feminina ainda é fator de status social e casamento

O Estado de S.Paulo – Número de casos confirmados de febre amarela no País sobe para 189

O Estado de S.Paulo – Bastidores: PMDB não quer ministério da Justiça por ter perfil técnico

Folha de S.Paulo – Governo federal quer afrouxar regra para uso de verba destinada ao SUS

Folha de S.Paulo – PSDB e PMDB disputam cargo vago no comando do Ministério da Justiça

Folha de S.Paulo – Campeões em insônia, idosos precisam de atividades para dormir melhor

Folha de S.Paulo – Israel aprova exportação de maconha medicinal

Folha de S.Paulo – Mônica Bergamo – Advogados de Lula estudam processar médica que vazou exames de Marisa

Folha de S.Paulo – Cláudia Collucci – Que espécie de médico as escolas brasileiras estão formando?

Folha de S.Paulo – Cadê a Cura? – Busca por sintomas no Google irá retornar prováveis condições e doenças relacionadas

Correio Braziliense – Ciência avança em pesquisas sobre anticoncepcional masculino

Correio Braziliense – Descoberta nova forma de detecção precoce de câncer no pâncreas

G1 – Ministério da Saúde flexibiliza uso das verbas federais por estados e municípios

G1 – Teto do Fies vai afetar novos alunos de medicina e odontologia, dizem associações

Segs – Rádio CNseg: “Máfia das próteses drena cerca de R$ 6 bilhões dos planos de saúde todos os anos”

Segs – Casos de chikungunya podem aumentar em 2017

Boa Informação – Filipe Leão – Quem deseja o descontrole do SUS?

Nortão – Projeto de Mariana Carvalho prevê mensagem de incentivo à doação de sangue

Goiás Agora – Ministério da Saúde e Dinamarca vêm a Goiás para conhecer o Conecta-SUS

Capital News – Dourados coordenará oficina sobre SUS para estados do Centro-Oeste

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