MERCADO DE EXAMES COM PESQUISA GENÉTICA DEVERÁ GIRAR US$ 10 BI

//MERCADO DE EXAMES COM PESQUISA GENÉTICA DEVERÁ GIRAR US$ 10 BI
Até 2025, o mercado mundial de exames clínicos baseados em pesquisa genética deverá crescer 10%, movimentando cerca de US$ 10 bilhões. De acordo com o Valor Econômico, a estimativa é da biomédica Luciana Rodrigues, com pós-doutorado em genética e diretora executiva, no Brasil, do laboratório NIMGenetics. Considerada grande aliada da medicina de precisão, que inclui diagnósticos precoces, a pesquisa genética está sendo combinada a algoritmos para compor a bioinformática, a ciência de dados aplicada à área médica. A combinação de pesquisa médica, sobretudo na área de diagnósticos, e grandes bases de dados, também conhecida como Big Data, não está restrita aos avanços da genética. Equipamentos de diagnóstico baseados em imagem, como tomógrafos, mamógrafos e os utilizados para ressonância magnética, estão sendo desenvolvidos para gerar dados armazenados na computação em nuvem e, posteriormente, transformados em informação capaz de salvar vidas. “Na área de genética, os avanços apontam para procedimentos menos invasivos e mais precisos, como exames de sangue para identificação de DNA de tumores circulante, também conhecidos como biópsia líquida. Há ainda os procedimentos próprios para gestantes, como o NIPT, ou teste pré-natal não-invasivo em sangue materno”, destaca a reportagem.

Cresce polêmica sobre planos de saúde, negóco de R$ 178 bi

Está em tramitação um projeto de lei na Câmara dos Deputados propondo mudanças nas regras dos planos de saúde, com faturamento de R$ 178,4 bilhões em 2016, sustentado por 47,4 milhões de usuários. Especialistas ouvidos pelo Valor Econômico consideram que o projeto tem pontos positivos, porém, querem aprofundar o debate e pedem estudos para quantificar o impacto de algumas medidas propostas. O projeto prevê que as operadoras ofereçam obrigatoriamente planos individuais. Outro ponto polêmico refere-se ao atendimento a pessoas mais velhas. Hoje, os planos não podem aplicar o reajuste por faixa etária de quem têm mais de 60 anos. “O projeto propõe que os reajustes sejam parcelados em cinco vezes, a cada cinco anos. Esse item vem sendo criticado por operadoras e associações de consumidores. Outra questão controversa é a alteração nas regras para a compra de órteses e próteses. Argumenta-se que o atual sistema, pelo qual o médico indica o modelo a ser comprado, permite esquemas criminosos. A Câmara retomará nesta semana a discussão do projeto, que promove mais de uma dezena de mudanças na legislação do setor e consolida em lei normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar”, afirma o texto.

Operadoras terão que bancar novas terapias contra esclerose e câncer

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) atualizou a relação de procedimentos que os planos de saúde são obrigados a pagar. A partir do dia 2 de janeiro de 2018, os usuários terão direito a 18 novos exames, medicamentos, terapias e cirurgias. Outros sete tratamentos tiveram suas coberturas ampliadas. Entre eles, há pela primeira vez um remédio contra a esclerose múltipla, além de seis novas drogas orais de combate ao câncer. Conforme a Folha de S.Paulo, a norma vale para todos os planos contratados a partir de janeiro de 1999, os chamados planos novos, ou para aqueles que foram adaptados à lei 9.656/98. As operadoras que não cumprirem com as novas obrigações estarão sujeitas a multas de R$ 80 mil por infração. Com as novas inclusões, o rol contará com um total de 3.329 tratamentos. Uma das novidades mais importantes é a inclusão da natalizumabe, droga contra esclerose múltipla. Em nota, o Ministério da Saúde diz que a compra de remédios oncológicos é obrigatoriedade dos hospitais da rede pública, que usa recursos repassados pela pasta. Segundo a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), remédios orais de combate ao câncer são os itens de maior custo anual por paciente no novo rol.

Empresa lança chapéus e lenços para mulheres que fazem quimioterapia

A empresária Nina Rosa Campos, em setembro, lançou a Leva, marca de lenços, turbantes e chapéus para mulheres em quimioterapia. A Leva começou a sair do papel em novembro de 2016. A família de Nina não só a apoiou como decidiu entrar no negócio. Viraram seus sócios o marido, o médico José Carlos, e as filhas, a publicitária Isabela, e a administradora Fernanda. Juntos, estruturaram a empresa e desenvolveram a linha de produtos. Foram criados lenços pré-amarrados, ajustáveis à cabeça com um elástico. Feitos de algodão, alguns oferecem proteção contra os raios UV. Também foram desenvolvidos chapéus e bonés que escondem a careca. Os preços variam de R$ 49 a R$ 169. Há dois meses no ar, o site da marca tem recebido pedidos de todo o país. A confecção é terceirizada, e o escritório, em Niterói (RJ), emprega uma funcionária. O investimento foi de R$ 270 mil. “A químio arrasa com o corpo da mulher. Dá muita alegria saber que conseguimos elevar a autoestima de alguém”, diz Nina à Folha.
SAÚDE NA IMPRENSA
Ministério da Saúde – Porto Velho (RO) ganha centro de referência oncológica

Ministério da Saúde – Ministério da Saúde entrega 2,6 milhões de kits para higiene bucal

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Ministério da Saúde – NOTA: 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde adiada para 2018

ANS – Sua Saúde: saiba mais sobre Dispositivos Médicos Implantáveis

ANS – Saúde suplementar em debate

Anvisa – 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde é adiada

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G1 – Startup desenvolve molécula que impede metástase e promete ser aliada no combate ao câncer

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Valor Econômico – Cresce polêmica sobre planos de saúde, negócio de R$ 178 bi

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Valor Econômico – Hospitais de Excelência têm 360 projetos e R$ 3 bi em investimentos

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