MENOR VOLUME DE VENDAS NO BRASIL FAZ RECEITA AGRÍCOLA DA BASF RECUAR

//MENOR VOLUME DE VENDAS NO BRASIL FAZ RECEITA AGRÍCOLA DA BASF RECUAR

As vendas do setor agrícola da Basf caíram 6% no terceiro trimestre fiscal de 2017, para 987 milhões de euros. Divulgado na terça-feira (24) pela empresa, o resultado foi causado principalmente pela redução nos preços e volumes negociados no Brasil. “Os efeitos negativos da moeda colocaram pressão adicional no volume de vendas”, disse a companhia no comunicado de divulgação do balanço. De acordo com o Valor Econômico, o lucro antes de juros e impostos (Ebit, na sigla em inglês) diminuiu de 76 milhões para 21 milhões de euros em um ano, também devido à queda nas vendas do Brasil. “Os ganhos também foram impactados negativamente pelo fechamento das instalações de produção em Beaumont, Texas e Manatí, Porto Rico, por causa dos furacões”. No total, a Basf registrou vendas de 15,3 bilhões de euros no trimestre, com crescimento de 9% na comparação anual.

Produção de açúcar em 2018/19 pode cair ante tendência alcooleira

A próxima safra de cana no Centro-Sul (2018/19) deverá contar com uma oferta semelhante de matéria-prima e será marcada por um mix de produção mais alcooleiro, o que deve diminuir a produção de açúcar, avaliou o diretor-técnico da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar, Antonio de Padua Rodrigues, ao Valor Econômico, no intervalo do evento Plataforma Biofuturo. Ele calculou que haverá uma migração de ao menos 2 milhões de toneladas de açúcar para uma produção adicional de etanol equivalente de 1,3 bilhão de litros. “A princípio, mantidas as condições climáticas estáveis, ele estimou que a oferta de cana deverá ser semelhante à atual no Centro-Sul pelo menos até 2020. Quanto à safra atual (2017/18), ele não descarta que as importações continuarão a ocorrer, mas em uma proporção muito menor do que na safra passada. Ele estimou que as exportações de abril deste ano a março do ano que vem ficarão em 1,400 bilhão de litros, enquanto as importações deverão ficar entre 1,10 bilhão e 1,150 bilhão de litros”, afirma o Valor.

Decreto regulamenta logística reversa

Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes que não firmaram termo de compromisso e ficaram fora dos acordos setoriais continuam obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa. O governo editou, na terça-feira (24), decreto regulamentando esta obrigação para a logística reversa na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A medida estabelece a isonomia com os que já assinaram acordos. A Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente segue priorizando os acordos. O portal do MMA destaca que pela PNRS, o decreto é um dos instrumentos que podem ser usados para assegurar implementação da logística reversa. A regulamentação abre a possiblidade de adesão das empresas que ficaram fora dos acordos já firmados. “A logística reversa é uma responsabilidade compartilhada por toda a cadeia produtiva. A Lei prevê que a obrigação de dar destinação adequada aos resíduos ao final da vida útil atinge quem fabrica, comercializa ou importa bens de consumo e seus insumos. Três acordos setoriais foram firmados: com os setores de embalagens de óleos lubrificantes, lâmpadas e embalagens em geral. Dois outros, com a indústria de medicamentos e eletroeletrônicos, estão em andamento. Pneus, óleos lubrificantes e baterias chumbo-ácidas têm seus acordos em fase preliminar, mas são ainda regulamentadas por resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente”, ressalta o portal.

Vai ao Plenário projeto que reduz ICMS de combustível de aviação

As empresas de transporte aéreo regular, não regular e de serviços aéreos especializados deverão pagar, no máximo, 12% de ICMS incidente sobre o combustível de aviação. A medida, prevista no Projeto de Resolução do Senado (PRS) 55/2015, foi aprovada na terça-feira (24) na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e segue para o exame do Plenário, com pedido de votação em regime de urgência. Conforme o portal do Senado Federal, atualmente, a alíquota varia de 12% a 25% dependendo do estado onde ocorre o abastecimento. O texto original do projeto, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), previa a alíquota máxima de 18% na cobrança pelos estados do ICMS sobre o querosene de aviação. “Com as mudanças feitas pelo relator, senador Telmário Mota (PTB-RR), o teto ficou em 12% e o ‘querosene’ foi substituído por ‘combustível’ de aviação. A alteração, proposta pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), beneficia as empresas de transporte aéreo regular e não regular que utilizam a gasolina de aviação. O substitutivo aprovado incluiu no teto do ICMS o combustível para serviços aéreos especializados, tais como aviação agrícola, helicópteros em plataformas de petróleo, aerofotografia, dentre outros. O senador Telmário Mota alterou ainda a entrada de vigência da norma que resultar do projeto. Pelo novo texto, a resolução entra em vigor no dia 31 de dezembro deste ano”, diz a publicação.

NA IMPRENSA

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G1 – Bicarbonato de sódio ajuda a retirar até 96% de agrotóxico da maçã, mostra pesquisa

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