HÁ DISTORÇÕES NA PREVIDÊNCIA RURAL, AFIRMA MINISTRO DO PLANEJAMENTO

//HÁ DISTORÇÕES NA PREVIDÊNCIA RURAL, AFIRMA MINISTRO DO PLANEJAMENTO

O jornal Valor Econômico publicou que o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse nesta segunda-feira (10) que existe atualmente uma distorção no sistema de aposentadoria de trabalhadores rurais. “Não há um controle. Temos mais aposentados rurais que pessoas que se declaram trabalhadores rurais com mais de 65 anos. Há uma distorção”, afirmou, durante evento sobre Previdência no Rio de Janeiro, promovido pelo jornal O Globo. Oliveira destacou que a proposta do governo é que os trabalhadores rurais passem a contribuir com o equivalente a 16 salários mínimos ao longo do tempo de contribuição. “Não é nada exagerado. Ainda haverá grande benefício ao trabalhador rural”, disse o ministro. “O déficit da previdência – e o da seguridade social – já é uma realidade. O governo já gasta hoje sete vezes mais com previdência do que com saúde”, ressaltou ele, segundo a reportagem.

Primeira empresa de drones associada a uma entidade aeroagrícola

O Jornal Bom dia publicou que a Skydrones Tecnologia Aviônica, de Porto Alegre, se tornou a primeira empresa de aparelhos não tripulados a se associar ao sindicato de aviação agrícola. Ela foi uma das sete novas sócias do Sindag este ano – as outras foram a AAGIR Aeroagrícola Giruaense Ltda, de Giruá/RS; Aerotek Aviação Agrícola, de Quirinópolis/GO; Asa Aviação e Serviços Aero Agrícolas Ltda, de Catanduva/SP; Camponesa Aviação Agrícola Ltda, de Tapes/RS; Nativa Aviação Agrícola Ltda, de Santo Augusto/RS, e Ultraer Aero Agrícola Ltda, de Leme/SP, todas com frotas de aviões. “Ao todo, o Sindag tem 121 associadas entre as 240 empresas aeroagrícolas do Brasil. E o país tem a segunda maior frota mundial de aeronaves agrícolas, com 2.083 aviões e seis helicópteros”, destacou o texto. Sobre o mesmo tema, o portal Agrolink destaca opinião do CEO da Skydrones, Ulf Bogdawa, para quem os drones não podem substituir o avião ou helicóptero no trato de lavouras, pois têm capacidade bem menor de aplicação. Conforme o presidente do Sindag, Júlio Kämpf, os drones podem representar um ganho de segurança em lavouras pequenas.

NA IMPRENSA
Valor Econômico – Cenoura, o próximo produto de exportação de alta tecnologia do Japão

Valor Econômico – Paraná sente as ‘dores’ da supersafra 

Valor Econômico – Governo cede nos benefícios rurais 

Valor Econômico – Paraná vive as dores de uma supersafra

Valor Econômico – Para reforçar operação global, trading Alvean capta US$ 400 milhões

Valor Econômico – Carne Fraca: Justiça mantém prisão preventiva de funcionário da Seara

Valor Econômico – Há distorções na Previdência rural, afirma ministro do Planejamento 

O Estado de S.Paulo – Economia não reage como o esperado, dizem especialistas

Valor Econômico – Crise atrai gestora especializada em vender estoques e máquinas 

Controladoria GO – Agrotóxico: Saúde elabora plano para proteção do trabalhador rural

Lab NetWork – Sanepar investe R$ 1,1 milhão em novo equipamento para laboratório de Maringá

Revista Sina – Não existe controle do Estado sobre a venda de agrotóxicos no Brasil

Jornal Bom Dia – Primeira-empresa-de-drones-no-mundo-associada-a-uma-entidade-aeroagricola

Agrolink – Sindag associa 1ª empresa de drones

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