EMBRAPA TERRITORIAL OBSERVARÁ O PAÍS ALÉM DAS FAZENDAS

//EMBRAPA TERRITORIAL OBSERVARÁ O PAÍS ALÉM DAS FAZENDAS

A Embrapa inaugurou, na segunda-feira (11), em Campinas (SP) uma nova unidade, que compilará e analisará dados sobre o território brasileiro, para subsidiar a tomada de decisão do poder público e da iniciativa privada. É o que informa a Folha. “A Emprapa Territorial chega para fortalecer o avanço da agropecuária brasileira”, diz o presidente da empresa, Maurício Lopes. Segundo Evaristo de Miranda, chefe geral da nova unidade, o momento é de ampliar o foco. “Agora a empresa é desafiada a olhar além dos limites das fazendas, olhar para territórios.” Conforme Miranda, no âmbito do agronegócio, uma das principais contribuições da Embrapa Territorial é o sistema de inteligência territorial da macrologística agropecuária, que terá seus primeiros resultados divulgados em fevereiro de 2018. O projeto se estenderá por 18 anos. A criação da Embrapa Territorial não envolveu gastos adicionais e conta com a parceria de outras 30 unidades da estatal. Além disso, estão em negociação parcerias com o setor privado. “O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, presente ao lançamento, disse que a nova unidade ajudará o governo e a iniciativa privada a tomar decisões no futuro”, frisa a reportagem.

ONU projeta baixo crescimento no preço das commodities até 2030

Os preços de commodities aumentarão pouco até 2030, com possível exceção da cotação do petróleo. Uma tendência de declínio dos preços no longo prazo será ocasionalmente interrompida por algumas altas. O Valor enfatiza que a projeção é do “Relatório sobre Commodities e Desenvolvimento 2017”, publicado pela Unctad (Agência da ONU para Comércio e Desenvolvimento) e a FAO (Agência da ONU para Agricultura e Alimentação). Pelas simulações da ONU, os preços de alimentos terão ligeira alta de 1,4% até 2030. Uma persistente tendência de preço modesto ocorre num cenário em que a agricultura responde ao aumento da demanda com o crescimento da população mundial e maior renda, intensificando a produção e melhor rendimento. Diferentes regiões enfrentarão diferentes cenários. O relatório avalia que o aumento na produtividade agrícola ficará em linha com a demanda e resultará em modesta alta nos preços de cereais. “A Unctad calcula que 64% dos países em desenvolvimento são dependentes de vendas de commodities, e a vulnerabilidade de alguns deles tem aumentado”, diz a notícia.

Chanceleres do Mercosul afirmam que acordo com UE está próximo

Chanceleres do Mercosul disseram durante reunião da Organização Mundial do Comércio, estarem próximos de acertar o acordo com a União Europeia, mas que faltam detalhes que podem atrasar seu anúncio. “Estamos trabalhando muito, e quando uma pessoa trabalha muito, sempre faltam coisas”, disse o chanceler paraguaio, Eladio Gonzaga. Enquanto isso, seu par argentino, Jorge Faurie, foi um pouco mais objetivo. “Uma vez que acordemos a parte mais substantiva, que pode ocorrer nestes dias, teremos seis ou sete meses de redação. A partir daí, mais dois a três anos para formatar o acordo”, disse Faurie. De acordo com a Folha, os chanceleres, porém, se recusaram a sinalizar quais itens têm travado a negociação. Faurie disse que um dos setores “sensíveis” das negociações é o farmacêutico. “O nível de desenvolvimento de nossa indústria farmacêutica não é o mesmo da União Europeia. É um dos temas em que estamos trabalhando pontualmente, porque os governos querem proteger o acesso à saúde de sua população, enquanto os países que têm indústria mais desenvolvida querem vender mais medicamentos. Sensibilidade do tema”, afirmou Faurie.

EUA e China põem em risco ‘doutrina Azevêdo’ na OMC

A estratégia usada pelo embaixador Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC, para chegar a um acordo entre os países está sob ameaça na reunião ministerial que acontecerá esta semana em Buenos Aires. Segundo o Valor, nas duas reuniões ministeriais, o diretor-geral foi hábil em facilitar o consenso entre as grandes economias. Na prática, criou uma “doutrina Azevêdo”, combinando temas de interesse dos vários grupos de países em pequenos “pacotes” de compromissos. Na Argentina, os países tentam chegar ao consenso sobre novas regras relacionadas aos subsídios para a pesca. Além disso, está na pauta do encontro a resolução, como subsídios agrícolas. O problema é que a doutrina Azevêdo enfrenta um duplo desafio, que está mais fora do que dentro da OMC. De um lado, os EUA questionam o valor do multilateralismo para a segurança nacional e o bem-estar dos americanos. Do outro, a China se esquiva das cobranças dos EUA para assumir responsabilidades na OMC condizentes com sua nova estaturra. Os americanos entendem que o país não pode ser considerado em desenvolvimento, para ter compromissos menores, e que temas sensíveis para a China devem entrar na pauta da OMC. Enquanto isso, o Brasil corre por fora. Ao país, interessa uma OMC forte, que resolva disputas e avance nas negociações multilaterais.

NA IMPRENSA

Mapa – Soja em grãos bate recorde de volume exportado em novembro

Mapa – Mapa lança selo Agro Mais integridade no Palácio do Planalto

Mapa – Estudo sobre macrologística feito pela Embrapa está sendo finalizado

MMA – Chamada pública seleciona Salas Verdes

MMA – Ministério discute financiamento climático

MMA – Encontro discute gestão do parque do Pau Brasil

MMA – Workshop no Rio debate indicadores ambientais

MMA – Abertos cursos com temática socioambiental

ALESP – CPI de Maus-Tratos Contra Animais convoca Unesp e Unicamp

Câmara dos Deputados – Meio Ambiente debate, no Pará, o cancelamento de registros do seguro defeso

Câmara dos Deputados – Finanças aprova inclusão de entidades de assistência rural entre participantes do Pronatec

Folha de S.Paulo – Comissão investigará seis ministros por caronas em voos da FAB

Folha de S.Paulo – EUA e China põem em risco ‘doutrina Azevêdo’ na OMC

Folha de S.Paulo – Chanceleres do Mercosul afirmam que acordo com UE está próximo

Folha de S.Paulo – Vaivém das Commodities – Resíduos elevam receitas no etanol de milho

G1 – IBGE prevê safra de grãos 9,2% menor em 2018

O Estado de S.Paulo – Agronegócio alcança superávit de US$ 5,93 bilhões em novembro

O Estado de S.Paulo – Embrapa Territorial vai observar o País além das fazendas

O Estado de S.Paulo – Santa Catarina se destacou na gestão da crise

O Estado de S.Paulo – Exportação de carne se recupera, mas com restrições

O Estado de S.Paulo – Ministério da Agricultura cria selo Agro + Integridade

Valor Econômico – ADM vende operações de óleos vegetais na Bolívia

Valor Econômico – Agronegócio representou 42,4% das exportações do país em novembro

Valor Econômico – ONU projeta baixo crescimento no preço das commodities até 2030

Valor Econômico – Clima e investimentos beneficiam produção de laranja em SP e MG

Valor Econômico – Soja puxou salto das exportações do campo em novembro

Valor Econômico – Só importação garante oferta de sardinha

Valor Econômico – Trabalhadores rurais protestam contra reforma em frente à Câmara

Valor Econômico – Safra brasileira de grãos deve recuar 9,2% em 2018, aponta IBGE

Zero Hora – Novilho inteiro é atração em churrascada em Gramado

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