DEFENSIVOS CUSTARÃO MAIS CARO NA NOVA SAFRA

//DEFENSIVOS CUSTARÃO MAIS CARO NA NOVA SAFRA
Os defensivos agrícolas devem custar mais aos produtores na safra 2017/2018. A projeção é do presidente do Conselho diretor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), Eduardo Leduc. O motivo, segundo o dirigente, é a valorização da moeda norte-americana em relação ao real, que tem mudado constantemente os preços dos insumos pagos pelas indústrias. Dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg) mostram que o setor movimentou R$ 9,5 bilhões em 2016, queda de 1% em relação ao ano anterior. Para se ter uma ideia do peso do dólar no segmento, foram importados 414,9 mil toneladas de produtos em 2016. Conforme informou o site Agência da Notícia, a análise foi feita por Leduc durante o Fórum Inovação para Sustentabilidade na Defesa Vegetal, realizado na última quarta-feira (21), na cidade de São Paulo. No evento, o executivo explicou que o uso de um pacote tecnológico, que inclui o manejo adequado de defensivos, pode aumentar em 20% a 30% a rentabilidade dos produtores. “Na ocasião, o secretário substituto de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa), Jorge Caetano Júnior, destacou o avanço na liberação de registros de novos produtos, incluindo defensivos agrícolas. A rapidez na liberação dos registros é reivindicação antiga dos fabricantes de defensivos para acelerar a chegada de novidades ao campo”, completa a notícia.

Nova geração de drones tem câmeras modernas de altíssima resolução

O número de empresas que trabalham com o equipamento drone mais que dobrou desde 2012, entre lojas especializadas na venda e companhias de setores variados que utilizam as máquinas para alguma finalidade. O site da Revista Veja contou, nesta segunda-feira (26), o caso de Luis Neto, que ganhou reconhecimento no setor após a empresa criada por ele, a Drone Store, se tornar a distribuidora oficial da fabricante chinesa DJI, uma das maiorais do mundo no negócio. Sua loja vende, em média, oitenta modelos por mês e registra crescimento de 100% ao ano. Estima-se que o faturamento seja de pelo menos 2 milhões de reais ao ano. “No passado, a função principal dos equipamentos era capturar imagens. Hoje, eles também fazem tarefas específicas, como aplicar defensivos agrícolas”, destaca Neto. A Veja ressalta ainda que uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estipulou medidas de segurança, como a distância a que os drones devem se manter de pessoas (30 metros) e a idade mínima para pilotar (18 anos).

Ministério da Agricultura vai investigar vacinas e auditar frigoríficos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) enfatizou em seu portal que investigará os motivos de reação causada por vacina em bovinos e auditar plantas frigoríficas que exportam para os Estados Unidos com o objetivo de dar respostas ao governo e a importadores daquele país e restabelecer as negociações no setor. O secretário-executivo do ministério, Eumar Novacki, em entrevista coletiva, informou que será elaborado documento técnico para ser enviado ao governo norte-americano com informações da Secretaria de Defesa Agropecuária e procedimentos adotados em função da suspensão temporária da importação da carne brasileira in natura. Depois disso, o ministro Blairo Maggi deverá encontrar-se com autoridades de governo nos EUA. “Questionado se seria retaliação por questões de mercado, ou se o governo havia sentido mudanças em relação ao Brasil a partir da posse de Trump (Donald Trump), o secretário executivo admitiu que há uma tendência do atual governo americano a adotar uma postura mais nacionalista, mas não crer que seja necessário recorrer à Organização Mundial de Comércio (OMC), por entender que não deve ser uma questão de protecionismo”, afirma a publicação.

Empresas aproveitam avanço do mercado de insetos como opção de comida

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo destaca que com a expectativa de que a população do planeta cresça para 10 bilhões em 2050 – e com ela, a demanda por alimentos -, número pequeno mas crescente de empresas está explorando o potencial dos insetos como fonte de comida e ração animal. Governos, organizações filantrópicas e fundos especializados em agronegócio estão apoiando essas start-ups. O mercado de insetos comestíveis, que inclui milk-shakes e biscoitos de proteína feitos de pó de grilo e comidas feitas de larvas de drosófilas e minhocas, foi avaliado em cerca de US$ 100 milhões e deve crescer para mais de US$ 1,5 bilhão em 2021, de acordo com a Arcluster, empresa de Cingapura que pesquisa tendências. A empresa, maior fornecedora de pó de grilo dos EUA, lucrou US$ 300 mil em 2016. “Ainda que insetos sejam parte do cardápio para 2 bilhões de pessoas, Chris Nan, da Arcluster, disse que comer insetos continua a causar “nojinho”. Por isso, algumas das maiores oportunidades, nos EUA e na Europa, provavelmente estarão associadas ao uso de insetos para rações. A Protix, holandesa que produz ração com moscas, recebeu investimentos de US$ 45 milhões, o maior valor obtido pelo segmento até agora”, diz parte da reportagem.

NA IMPRENSA
Mapa – Mapa revisa normas de inspeção para restabelecer exportações de carne bovina in natura aos EUA

Mapa – Financiamento de retenção de matrizes apoia criadores de caprinos e ovinos

Mapa – Ministério da Agricultura vai investigar vacinas e auditar frigoríficos

MMA – Agroextrativistas recebem capacitação no PA

MMA – Ministro reafirma parceria com Noruega

Embrapa – Boas práticas são essenciais para bons resultados na vacinação de bovinos

Ibama – Licenciamento ambiental exige criação do maior parque de cavernas em rochas ferríferas do mundo

Folha de S.Paulo – Marcos Sawaya Jank – Para que serve o Brics?

Folha de S.Paulo – Um mês após morte de sem-terras no PA, vítimas de conflito agrário migram

Folha de S.Paulo – André Trigueiro – Por que negligenciamos um projeto para proteger a Amazônia?

Folha de S.Paulo – Empresas aproveitam avanço do mercado de insetos como opção de comida

O Estado de S.Paulo – Suspensão da carne brasileira nos EUA afeta 15 frigoríficos

O Estado de S.Paulo – Conselho Nacional de Direitos Humanos repudia relatório da CPI da Funai e Incra

O Estado de S.Paulo – Mesmo com ajuste fiscal, arrecadação tem recuado

G1 – Chuva colabora para o aumento da produção de algodão na BA

G1 – Expectativa é que produção do milho safrinha no MS cresça mais de 50%

G1 – Água de irrigação é racionada no DF e agricultores diminuem área de cultivo

G1 – Seca ameaça agricultura irrigada na divisa da Bahia e Pernambuco

Agência da Notícia – Defensivos custarão mais caro na nova safra

Agora RN – Nova geração de drones tem câmeras modernas de altíssima resolução

Capital Teresina – Saúde capacita médicos sobre intoxicação por agrotóxicos

Tribunal do Ceará – Pesquisa inédita revela que uso de agrotóxicos no Ceará afeta o DNA de agricultores

Sul 21 – “Nosso patrimônio genético agrícola está sendo seqüestrado. Deveria ser tema de segurança nacional”

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