‘BRASIL SÓ VAI PAGAR POR TERAPIA DA HEPATITE C APÓS A CURA DO PACIENTE’, DIZ MINISTRO DA SAÚDE

//‘BRASIL SÓ VAI PAGAR POR TERAPIA DA HEPATITE C APÓS A CURA DO PACIENTE’, DIZ MINISTRO DA SAÚDE

“O país só pagará o tratamento para hepatite C depois que o paciente for curado”, disse Ricardo Barros, ministro da Saúde em um evento sobre hepatite que reúne em São Paulo grupos da sociedade civil e da Organização Mundial da Saúde (OMS) entre os dias 1 e 3 de novembro. De acordo com o site do G1, essa é uma das estratégias que o país usará para eliminar a hepatite C até 2030 – compromisso que o país assumiu frente à OMS. Além do pagamento só após a cura, o Brasil deverá estimular a concorrência no mercado de medicamentos de ação direta vigilância a aprovação de três novas tecnologias. Para garantir o compromisso global, o país espera distribuir 12 milhões de testes em 2018 e 200 milhões até 2030. Outra medida adotada pelo país será o início do tratamento imediato após o diagnóstico, a ampliação do número de testes e o treinamento de profissionais de saúde na atenção básica. O Brasil também não irá restringir o acesso de medicamentos a pacientes em 2018. “No evento, a OMS estabeleceu cinco pilares para a ação global contra a hepatite: 1- Informação para o planejamento de ações – quem está doente, quantos estão, e de onde estão; 2- Intervenções para o impacto – quais medicamentos e tecnologias serão oferecidas; 3- Garantia de equidade – tratamentos oferecidos para todos, sem restrições financeiras ou de gravidade na doença; 4 – Financiamento sustentável – uma fonte de custeio constante de políticas públicas para prevenção, diagnóstico e tratamento; 5 – Inovação tecnológica – investimento no desenvolvimento, vacinas e testes para o diagnóstico”, enfatiza o G1.

Stents para cardíacos melhoram fluxo sanguíneo, mas não aliviam sintomas, diz estudo britânico

A eficiência do uso de stents em um grupo de pacientes com doenças cardíacas foi testada por cientistas do Imperial College London. O estudo abordou apenas pessoas com angina estável – bloqueio arterial que impede a chegada de oxigênio do músculo no coração. É o que informa o G1. Os pesquisadores concluíram que o procedimento cirúrgico aumenta o fluxo sanguíneo, mas não observaram uma melhora significativa nos sintomas após a aplicação. A pesquisa foi publicada, na quinta-feira (2), na revista científica “The Lancet”. Os stents são pequenas próteses que podem ser colocadas dentro das artérias para “alargar” e evitar o bloqueio dos vasos sanguíneos. São como pequenas gaiolas compridas de arame. Para verificar os efeitos do tratamento, os cientistas escolheram 200 pacientes com a angina. Os pacientes analisados tinham o caso estável da doença e obstrução em apenas uma artéria. O alívio dos sintomas é o principal objetivo da cirurgia de inserção de um stent. Os testes conseguiram mostrar um alívio do estreitamento da artéria do coração, com uma melhora do cumprimento de sangue aos músculos. Os pesquisadores acharam esse resultado intrigante, já que esperavam uma melhora alta na capacidade de exercício e que mais sintomas melhorassem – como a dor no peito -, o que não foi observado. “De qualquer forma, os próprios autores esclarecem a necessidade de ampliar o número de participantes nos testes e de um isolamento dos efeitos dos remédios para ter resultados mais conclusivos. Novos estudos deverão ser feitos para entender a função dos stents”, ressalta o estudo britânico.

Uso prolongado de remédios como Omeprazol pode dobrar risco de câncer de estômago, diz estudo

Um estudo da Universidade de Hong Kong e da University College London mostrou que o uso prolongado de inibidores de bomba de próton (IBP), como Omeprazol e Pantoprazol, podem aumentar 2,4 vezes o risco de desenvolver câncer de estômago. Os IBPs reduzem a quantidade de ácido produzido pelo estômago e são usados para tratamento de refluxo ácido e úlceras estomacais. Reportagem do Estadão ressalta que a pesquisa foi publicada no jornal científico Gut, na última terça-feira (31), e considerou uma base de dados da saúde em todo o território de Hong Kong. A ligação entre o uso desses medicamentos com o risco de desenvolver câncer de estômago já havia sido identificada pelos acadêmicos, mas não havia sido encontrada a presença de bactéria a Helicobacter pylori, mais conhecida como H pylori. Para o estudo, os pesquisadores recrutaram 63.397 pessoas e compararam o uso de IBP com outro medicamento, conhecido com H2, ácido no estômago. Os pacientes foram tratados com terapia tripla, entre 2003 e 2012. Os cientistas monitoraram todos até que desenvolvem câncer de estômago, morressem ou chegassem ao final do estudo, em 2015. Durante esse período, 3.271 pessoas receberam IBP por quase três anos enquanto 21.729 tomaram H2. Entre os selecionados para o estudo, 152 desenvolveram câncer de estômago durante acompanhamento médio de 7,6 anos. “O estudo, porém concluiu que não e possível estabelecer uma relação de causa e efeito”, afirma a reportagem.

Procuradoria-geral da República é contrária à ação do PSL sobre planos de saúde

Conforme o Valor Econômico, a Procuradoria-Geral da República, (PGR) se posicionou contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) de autoria do PSL (Partido Social Liberal) contra a atuação das administradoras de planos de saúde por adesão. “A Ação Direta de Inconstitucionalidade não deve ser conhecida e merece ter seguimento negado (…)”, informa documento assinado por Raquel Dodge, procuradora-geral da República. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes relator do caso ainda não se pronunciou. Em setembro, Gilmar pediu uma avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O órgão regulador defendeu o “não conhecimento da ADI, ou, em caso de conhecimento, o julgamento da improcedência do pedido”. No mesmo mês, a Advocacia Geral da União (AGU) manifestou-se contra a ADI. Na época, o Credit Suisse emitiu relatório destacando que o posicionamento da AGU era positivo à Qualicorp. Ainda em setembro, a Qualicorp emitiu comunicado criticando à ação judicial do PSL e relacionando a medida do partido com a Seguros Unimed e a Central Nacional Unimed (CNU), que defendem mudanças nas regras das empresas de benefícios de planos de saúde por adesão. “Segundo fontes, há discussões judiciais envolvendo a Qualicorp e as duas cooperativas médicas. A Seguros Unimed e CNU cancelaram planos de saúde por adesão porque não houve acordo quanto ao reajuste dos convênios médicos”, destaca a reportagem.

SAÚDE NA IMPRENSA
Ministério da Saúde – Brasil apresenta plano para erradicar hepatite C até 2030Ministério da Saúde – Bancos de armazenamento de cordão umbilical têm 23.850 unidades preservadas

Anvisa – Prorrogada restituição do 2º lote de TFVS

Conitec – CONITEC participa do 25º aniversário do Escritório Basco para Avaliação de Tecnologias em Saúde (OSTEBA)

Fiocruz – Icict abre inscrições para especialização em Comunicação e Saúde 2018

Hemobrás – Comissão de Ética e Comissão de Integridade realizam treinamento para corpo funcional

ALESP – Diagnóstico precoce é melhor remédio contra câncer de mama

ALESP – Conquista de R$ 50 mil para o custeio da saúde de Mendonça

Câmara dos Deputados – Comissão de Finanças rejeita fornecimento de cadeiras de rodas motorizadas pelo SUS

Câmara dos Deputados – Comissão obriga SUS a criar unidades de atendimento exclusivo a mulheres

Câmara dos Deputados – Comissão aprova lucro presumido para dedução por Lei Rouanet

Senado Federal – Senado comemora 100 anos de associação em prol da terapia ocupacional

Senado Federal – CCJ quer sustar portaria que dificulta mamografias para mulheres de até 49 anos

Senado Federal – Eunício comemora aprovação de projetos que beneficiam as mulheres

Senado Federal – Cirurgia gratuita para simetrização de seios de quem teve câncer é aprovada em Plenário

Senado Federal – Vai à sanção projeto que auxilia mulheres a buscar prevenção do câncer

Senado Federal – CCJ aprova uniformização de referências a pessoas com deficiência na Constituição

Folha de S.Paulo – Bariátrica para diabéticos com obesidade leve ganha aval de conselho

Folha de S.Paulo – Gestantes devem testar zika mais de uma vez, diz estudo

G1 – ‘Brasil só vai pagar por terapia da hepatite C após cura do paciente’, diz ministro da Saúde

G1 – Estudo com ratos mostra que consumir bebidas alcoólicas aumenta chance de vício em cocaína

G1 – Como poucas noites mal dormidas já afetam nosso metabolismo e saúde mental

G1 – Stents para cardíacos melhoram fluxo sanguíneo, mas não aliviam sintomas, diz estudo britânico

O Estado de S.Paulo – Uso prolongado de remédios como Omeprazol pode dobrar risco de câncer de estômago, diz estudo

O Estado de S.Paulo – Psicólogos ajudam pacientes fora do consultório

Valor Econômico – 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9…… e o sono não vem

Valor Econômico – PGR é contrária a ação do PSL sobre planos de saúde por adesão

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