BRASIL PUXA O CRESCIMENTO DA TERCEIRA MAIOR FABRICANTE DE FERTILIZANTES DO MUNDO

//BRASIL PUXA O CRESCIMENTO DA TERCEIRA MAIOR FABRICANTE DE FERTILIZANTES DO MUNDO
“Sob quaisquer governos, o Brasil sempre dependerá de uma agricultura forte e exportadora para crescer. Não tenho motivo para estar preocupado”, afirma o CEO da EuroChem, terceiro maior fabricante de fertilizantes do mundo. Há 14 anos no comando da EuroChem, Dmitry Strezhnev tem 10% da empresa. Conforme noticiou o jornal Valor Econômico, o controle acionário (90%) é de Andrey Melnichenko, um dos grandes oligarcas da economia russa que se iniciou nos negócios aos 21 anos como banqueiro da Perestroika e migrou para o setor industrial. O grupo se vale da abundância em gás natural, insumo para fertilizantes à base de nitrogênio, para concentrar a produção na Rússia, mas hoje também tem plantas industriais na Bélgica e na Lituânia e vendas globais. O maior mercado é a Europa (33%), seguido da Rússia (18%), América do Norte (15%), América Latina (14%) e Ásia (11%).

EuroChem sente otimismo em parceria com o Brasil

O jornal Valor Econômico destaca também que é no Brasil que Dmitry Strezhnev ancora as maiores apostas de crescimento nas vendas do grupo. A meta é 10% de crescimento anual ao longo dos próximos 15 anos, o maior patamar projetado para as operações globais da EuroChem. O otimismo é lastreado no crescimento da demanda no Norte do país, especialmente na região do Matopiba (confluência dos Estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia), onde a empresa já tem metade do mercado. O objetivo da EuroChem é chegar, daqui a 10 anos, a 8 milhões toneladas. Com esse patamar de vendas, a empresa passaria de quinta a terceira no mercado brasileiro. Para atingir a meta, pretende investir em infraestrutura e logística, basicamente transporte e armazenamento. “A EuroChem também pretende expandir, no Brasil, a linha de fertilizantes ecológicos. Hoje as vendas desse tipo de produto estão concentradas na Europa, mas Strezhnev vê no cultivo de frutas do Vale do Rio S.Francisco, majoritariamente destinado à exportação, um mercado potencial”, ressalta a reportagem.

Mercosul quer firmar acordo com UE para compensar ‘protecionismo suicida’

Os países do Mercosul fizeram pressão, na segunda-feira (3), para fechar um acordo comercial com a União Europeia ainda em 2017. Essa seria uma forma de estimular sua economia diante do protecionismo definido como suicida nos dois lados do Atlântico. É o que afirma o jornal O Estado de Minas. Os chanceleres de Argentina, Uruguai e Paraguai e o ministro da Indústria do Brasil se reuniram em Madri com a comissária europeia de Comércio, Cecilia Malmström, no dia em que começa, em Bruxelas, uma nova rodada de negociações para destravar um acordo barganhado há 18 anos. Numa coletiva de imprensa na Casa de América, na capital espanhola, a comissária reconheceu que há setores em que os acertos estão mais distantes, especificamente nos setores de defensivos agrícolas, denominações de origem e agricultura. A rodada de negociações, iniciada segunda-feira, é a terceira desde o intercâmbio de ofertas comerciais entre UE e Mercosul, em maio de 2016.

Embargo dos EUA terá impacto mínimo nas exportações de carne, diz MDIC

A suspensão da compra de carne fresca brasileira pelos Estados Unidos deverá ter impacto mínimo nas exportações do país, disse o diretor do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Herlon Brandão. O jornal Valor Econômico destaca que, segundo o diretor, os EUA é um pequeno mercado consumidor de carne in natura, e a liderança do Brasil no mercado global do produto não deve ser ameaçada num cenário de oferta restrita em todo o planeta. O embargo americano ao produto brasileiro foi anunciado em 22 de junho devido a preocupações recorrentes sobre a segurança dos produtos destinados ao mercado daquele país, segundo autoridades dos EUA. Em relação às carnes in natura, as exportações de carne suína saltaram 29% no primeiro semestre. As vendas de frango subiram 7,3%, mas as de carne bovina caíram 2%. Segundo Brandão, esse recuo deve-se ao Egito, terceiro maior comprador de carne bovina brasileira, que enfrenta uma crise cambial e está importando menos do resto do mundo.

NA IMPRENSA
Embrapa – Projeto Carne Carbono Neutro promove um diferencial na pecuária de corte em Minas Gerais

Embrapa – Curso aborda melhoramento genético em bovinos

Embrapa – Embrapa lança vitrine com 34 tecnologias que utilizam matéria-prima renovável

Embrapa – Publicação estimula o plantio de araucárias

Embrapa – Pesquisa disponibiliza informações sobre uniformização do Zoneamento Ecológico-Econômico na Amazônia Legal

Ibama – Ibama em luto: queda de aeronave fretada pelo Exército mata servidores em Roraima

Câmara dos Deputados – Comissão rejeita novas regras para fiscalização de produto em feira livre

Câmara dos Deputados – Comissão vai discutir a “ameaça de privatização da Infraero”

Câmara dos Deputados – Comissão discutirá o cultivo, os usos e benefícios da erva-mate

Câmara dos Deputados – Seminário faz balanço dos cinco anos do Código Florestal

Valor Econômico – Preços do etanol recuam nos postos de 17 Estados do país 

Valor Econômico – Demanda fraca antecipa queda do leite 

Valor Econômico – Brasil puxa o crescimento da EuroChem 

Valor Econômico – Marfrig amplia abates de bovinos 

Valor Econômico – Embargo dos EUA terá impacto mínimo nas exportações de carne, diz MDIC 

Valor Econômico – Receita com exportação de carne de frango caiu 6,4% em junho, diz ABPA 

Zero Hora – Mercosul quer firmar acordo com UE para compensar ‘protecionismo suicida’

G1 – Governo começa a liberar nesta segunda R$ 190 bilhões para financiar a safra

G1 – Exportação de carne bovina e suína cresce em junho

O Nortão – Rastreamento de agrotóxicos será discutido em audiência pública

Anjos Notícias – Manejo sustentável garante rentabilidade e aumento de produção no campo

Inova Defesa – Justiça acata pedido e libera atuação de empresa que produz defensivos agrícolas

Portal do Agronegócio – Deral confirma retração de 11% no plantio do trigo no Paraná

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