AGRICULTURA DE PRECISÃO REDUZ AS PERDAS NA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS

//AGRICULTURA DE PRECISÃO REDUZ AS PERDAS NA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a produção precisa crescer 60% para atender a demanda de 9 bilhões de pessoas até 2050. Reportagem do Valor Econômico desta que, até agora, os avanços vieram de mecanização, genética e química. Mas o campo está se transformando com as tecnologias digitais que prometem uma revolução. Na chamada agricultura de precisão, as novas ferramentas incluem telemetria, big data e veículos autônomos. É a chamada internet das coisas a favor da agricultura, com equipamentos altamente equipados para fazer a leitura correta da propriedade. Conforme noticiou o jornal Valor Econômico, um dos projetos da Embrapa, em parceria com a Qualcomm, fabricante de chips para celulares, desenvolve o uso de drones. O equipamento sobrevoa a propriedade, colhe imagens e envia para um servidor que processa o material gerando informações sobre necessidade de irrigação, controle de pragas, etc. Em outro projeto, o robô intitulado de Agribot se desloca sozinho por uma plantação portando equipamentos de diagnóstico de plantas e solos. Mas a reportagem ressalta que o que retarda o desenvolvimento dessas tecnologias no Brasil é a falta de conectividade no campo.

Grupo Vittia adquire controle de empresa de biodefensivos

O Grupo Vittia, focado em inoculantes e fertilizantes organominerais, ampliou sua aposta no segmento de biodefensivos, no qual acaba de fazer uma aquisição, para acelerar seu crescimento no país. A empresa brasileira fechou a compra de 80% da Biovalens, especializada em controle biológico de pragas, por um valor que não foi revelado. Segundo Alexandre Frizzo, diretor financeiro do Vittia, a previsão é que essa área represente 25% do faturamento total do grupo em 2020, quando a empresa espera faturar R$ 800 milhões. Foram R$ 350 milhões em 2016 e a estimativa é de crescimento de 20% neste ano, ainda sem considerar a nova aquisição. Com a nova aquisição, o Vittia entra em um segmento que avança em ritmo também acelerado. José Roberto de Castro, diretor comercial do grupo, afirmou ao jornal Valor Econômico que análises preliminares apontam uma receita de R$ 15 milhões a R$ 18 milhões para a Biovalens ainda em 2017. “Será o primeiro ano de fato da empresa no mercado, com os produtos registrados”, disse ao Valor, ressaltando que em 2016 houve apenas vendas pontuais para a indústria.

EUA suspendem importação de carne ‘in natura’ do Brasil

Os EUA anunciaram na quinta-feira (22) a suspensão de toda a importação de carne bovina “in natura” do Brasil devido a preocupações sobre a qualidade do produto. A decisão foi uma reação ao aumento dos problemas sanitários com o produto do país. Segundo o jornal Folha de S.Paulo apurou, o governo brasileiro teria sido informado da decisão dos EUA na quinta-feira (22). Segundo Camardelli, a carne “in natura” brasileira foi recusada devido a abscessos provocados por reação de animais à vacina contra a aftosa. O gado brasileiro é vacinado duas vezes por ano. Porém, Emílio Salani, vice-presidente do Sindan (que reúne as indústrias produtoras de vacina contra a aftosa), diz que o abscesso “não é característica de nódulo vacinal”. A Folha destaca que, para o governo americano, a suspensão será mantida até que o Ministério da Agricultura do Brasil “tome as ações corretivas que o Departamento de Agricultura considerar satisfatórias”.

‘Prejuízo intangível’, diz presidente de associação de produtores de carne sobre veto dos EUA

O prejuízo que o Brasil terá com a suspensão das importações de carne fresca bovina brasileira pelos Estados Unidos é “intangível”, disse na quinta-feira (22) à noite o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, em entrevista a GloboNews. Segundo Camardelli, os EUA é um dos 10 maiores compradores de carne bovina in natura. De acordo com o site do G1, Camardelli explica que os problemas encontrados na carne brasileira se devem a uma reação a componentes da vacina da febre aftosa que o Brasil utiliza, que cria abscessos na carne bovina. Ele disse que alguns são visíveis e são retirados na inspeção federal. “Outros são abscessos internos, que não são visíveis, e que infelizmente foram detectados pelo governo americano”. Questionado se outros países podem seguir os Estados Unidos e suspender a importação da carne bovina brasileira, ele desconversou. “O setor não carrega uma boa imagem…”, disse ao G1. Ele explicou, no entanto, que o problema dos abscessos ocorre apenas na parte dianteira do boi e que existem países que compra outras partes do animal.

NA IMPRENSA

MMA – Mais da metade dos municípios têm aterros

MMA – Palestra alerta para desperdício de alimentos

MMA – Brasil defende avanços ambientais na Noruega

Embrapa – Vazio sanitário da soja gera benefícios para sojicultores

Embrapa – Jovens Empreendedores da Fiesp visitam a Embrapa de olho em projetos inovadores para o agronegócio

Embrapa – Embrapa realiza palestra interativa sobre pecuária lucrativa

Embrapa – Inscrições abertas para a 17ª edição do Curso sobre Tecnologia de Produção de Sementes de Hortaliças

Senado Federal – CRA pode votar na próxima semana projeto sobre rotulagem de transgênicos

Senado Federal – Para comandante do Exército, país precisa de projeto para recursos da Amazônia

Câmara dos Deputados – Minas e Energia aprova programa de pesquisa de compostos vegetais

Câmara dos Deputados – Comissão mantém possibilidade de reajuste em taxa cobrada do setor aéreo pela Anac

Folha de S.Paulo – EUA suspendem importação de carne ‘in natura’ do Brasil

Folha de S.Paulo – Apetite chinês por carne muda rota da plantação de soja pelo mundo

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto – Até fim de 2017, WTorre estima pagar dívida e voltar a construir

G1 – ‘Prejuízo intangível’, diz presidente de associação de produtores de carne sobre veto dos EUA

G1 – Veto à carne brasileira pelos EUA pode ser resposta a ‘pressão’, diz secretário

O Estado de S.Paulo – Cade considera “complexa” aquisição da Vale Fertilizantes pela Mosaic

Valor Econômico – Agricultura de precisão reduz as perdas na aplicação de defensivos

Zero Hora – Um mês após ser leiloado por R$ 7 milhões, cavalo crioulo morre em Pelotas

Valor Econômico – Recuperação na produção global de leite tende a ser lenta

Valor Econômico – Grupo Vittia adquire controle de empresa de biodefensivos 

Valor Econômico – Leite condensado desbanca leite em pó nas exportações 

Valor Econômico – Irmãos em xeque

Valor Econômico – ‘Grão do século XXI’, soja triunfa nos campos 

Valor Econômico – Blairo Maggi vai aos EUA após suspensão de compra de carne brasileira

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