PROPOSTAS PARA MUDAR PLANOS DESAGRADAM EMPRESAS E IDEC

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As propostas de mudança na lei dos convênios médicos, apresentadas pelo relator do projeto, o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), não agradaram as operadoras de planos de saúde nem o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). Conforme o Valor Econômico, foram apresentadas cerca de 150 mudanças na legislação. Entre elas estão a obrigatoriedade de as operadoras oferecerem planos de saúde individuais e a permissão para cobrança de reajuste após o usuário completar 59 anos de idade. A proposta prevê que o reajuste que seria cobrado na última faixa etária seja parcelado em 20 anos, com cobranças a cada cinco anos. A Abramge, Associação Brasileira de Planos de Saúde, acredita que o modelo proposto de reajuste para idosos acarretará um aumento de preço para as faixas etárias inferiores, como forma de compensação. Para Pedro Ramos, diretor da Abramge, o reajuste final deve ser aplicado entre 70 e 75 anos, quando os gastos com saúde começam efetivamente a aumentar. Ele diz acreditar que os reajustes para idosos somente a cada cinco anos serão insuficientes para cobrir os gastos das pessoas mais idosas e com isso será preciso cobrar dos mais jovens para não comprometer a saúde financeira da carteira da operadora. O Idec, por sua vez, é contra o reajuste a partir dos 60 anos porque, em sua visão, é a partir desta idade que o rendimento financeiro da pessoa cai, além de ir contra o Estatuto do Idoso.

Há críticas em obrigatoriedade das operadoras em ofertar planos individuais

Em relação à obrigatoriedade das operadoras ofertarem planos individuais, Ana Carolina Navarrete, diretora do Idec, disse que a proposta não avança porque não garante que o convênio para pessoa física seja oferecido a um preço acessível. A Fenasaúde, Federação das Seguradoras de Saúde, faz críticas porque a medida só traz a obrigatoriedade de ofertas planos individuais, mas não apresenta soluções para o problema da falta desse produto no mercado. O Valor destaca ainda que as operadoras pararam de comercializar os convênios individuais com alegação de que o reajuste controlado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não cobre os custos. Pelo projeto, as operadoras precisam indicar por escrito três modelos de órteses e próteses a serem usados por seus clientes, com base em evidências médicas. Por outro lado, os médicos podem negar as sugestões das operadoras, mas também precisam justificar. A Fenasaúde considera positiva a proposta que dá prioridade aos prestadores de serviços (hospitais, clínicas e laboratórios) em caso de quebra da operadora. Hoje, os recursos da venda dos ativos da empresa quebrada são destinados primeiro para quitar a dívida trabalhista e depois a tributária. “Ao pagar primeiro o prestador evita-se o risco sistêmico, , da quebra de uma operadora afetar todo o setor de saúde”, disse Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Fenasaúde. “Solange afirmou ainda que o setor pediu mudanças no formato de aplicação de multas”, ressalta a reportagem.

Para brasileira que chefia combate ao fumo na OMS, STF deveria vetar cigarro com sabor

O plenário do Supremo Tribunal Federal tinha na pauta da quinta-feira (19) a proibição dos cigarros com sabor. A definição sobre o assunto acabou adiado e será julgado em nova data. Em entrevista ao G1, a chefe do secretariado da Convenção Quadro para o Controle de Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS), Vera Luiza da Costa e Silva, defende a proibição desses produtos no país. Vera é brasileira e uma das líderes no combate ao fumo no mundo. Vera participa até esta sexta-feira (20) da conferência internacional da OMS em Montevidéu, no Uruguai, já que o fumo é uma das principais causas das doenças respiratórias. Uma resolução da Anvisa proibindo a venda de cigarro com sabor entraria em vigor em 15 de setembro de 2013, mas a Confederação Nacional da Indústria (CNI) entrou com ação no STF apontando suposta ilegalidade na regra. A ministra do Supremo Rosa Weber, então, relatora do caso, suspendeu à época a eficácia da resolução, antes mesmo de ela entrar em vigor. O objetivo da resolução seria, conforme a agência reguladora, reduzir o consumo de cigarro entre os mais jovens. “A CNI, na ação movida no Supremo, argumentou que a Anvisa proibiu aditivos de forma genérica, restringindo o uso de qualquer substância que não fosse tabaco ou água, o que resultaria no banimento de praticamente todos os cigarros vendidos legalmente no país”, diz a publicação.

Nova cepa de vírus da gripe aviária tem potencial para pandemias, diz pesquisa

Cientistas demonstraram que uma nova cepa do vírus da gripe aviária, o H7N9, identificada pela primeira vez em 2013 na China, é capaz de se replicar eficientemente nos pulmões de animais e são transmitidos facilmente através de gotículas respiratórias emitidas durante um espirro, por exemplo. Os achados, segundo os pesquisadores, também indicam que o H7N9 está mais próximo de adquirir adaptações para ser transmitido entre humanos e, por isso, têm potencial pandêmico. Também são necessárias poucas cópias do vírus para que as infecções ocorram. Os achados foram publicados na revista “Cell Host & Microbe”. De acordo com o site do G1, desde a primeira identificaçao do vírus, em 2013, um total de 1562 casos foram confirmados. Cerca de 40% das pessoas confirmadas com a infecção do vírus H7N9 da Ásia morreram. A maioria das infecções humanas com vírus H7N9 ocorreram após a exposição a aves e a maioria dos pacientes apresentou doença respiratória grave, como pneumonia. “Até agora, não foi documentada transmissão sustentada de vírus H7N9 ou H5N1 entre seres humanos. No entanto, uma maior adaptação desses vírus a humanos pode resultar em vírus transmissíveis com potencial pandêmico”, diz Yoshihiro Kawaoka, principal autor do estudo e pesquisador da Universidade de Tóquio e Universidade de Wisconsin-Madison (EUA). “Um tratamento possível, testaram, são os medicamentos que bloqueiam uma proteína “a polimerase viral”. Chamado de favipiravir, testes sugeriram que o medicamento pode ser uma opção de tratamento eficaz”, destaca parte do texto.

SAÚDE NA IMPRENSA

Anvisa – Anvisa reitera razões para proibir aditivos em cigarros

Anvisa – Capacitação: Consumo, saúde e vigilância sanitária

Inca – INCA promove debate sobre câncer de mama e tira dúvidas da população em tempo real

ALESP – Hospital Regional do Câncer recebe recursos

Câmara dos Deputados – Debatedores defendem identificação rápida de beneficiário de plano de saúde no SUS

Câmara dos Deputados – Câmara homenageia, em sessão solene, os doadores de medula óssea

Câmara dos Deputados – Debatedoras destacam importância do acesso a diagnóstico precoce do câncer de mama

Câmara dos Deputados – Especialistas advertem para o uso indiscriminado de bebidas energéticas

Câmara dos Deputados – Debatedores cobram efetiva aplicação de recursos destinados à primeira infância no próximo ano

Câmara dos Deputados – ANS defende identificação de beneficiário de plano de saúde atendido no SUS; empresas questionam legalidade

Câmara dos Deputados – Comissão aprova que SUS formule e execute política de promoção da saúde da coluna vertebral

Câmara dos Deputados – Parlamentares lançam frente para atuar em defesa de portadores de psoríase

Câmara dos Deputados – Comissão aprova tarifa social de energia elétrica para hospitais públicos e filantrópicos e entidades filantrópicas

Senado Federal – Reguffe apresenta emendas ao Orçamento nas áreas de saúde, educação e segurança

Correio Braziliense – Alimentação: uma aliada na prevenção contra o câncer de mama

Correio Braziliense – Novo vírus da gripe aviária é mais letal e resistente que anteriores

Folha de S.Paulo – Bactérias da boca podem causar doenças graves no intestino

Folha de S.Paulo – Programa faz tetraplégicos ganharem agilidade ao utilizarem o computador

Folha de S.Paulo – Planos de saúde para idosos podem ficar impraticáveis, dizem especialistas

G1 – Para brasileira que chefia combate ao fumo na OMS, STF deveria vetar cigarro com sabor

G1 – Nova cepa de vírus da gripe aviária tem potencial para pandemias, diz pesquisa

G1 – Chega a 40 o número de macacos mortos por febre amarela em Jundiaí

G1 – Uma em cada seis mortes no mundo em 2015 esteve ligada à poluição, diz relatório

O Globo – Mulher grávida quase morre após ‘chute’ do bebê romper o útero

O Estado de S.Paulo – Fachin vota contra restrição a gays doarem sangue

Valor Econômico – Propostas para mudar planos desagradam empresas e Idec

Valor Econômico – Aspen Pharma muda estratégia e volta a crescer

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