PROPOSTA DO IBAMA PARA QUEM CAUSA DANO AMBIENTAL RECEBE APOIO DO PLANEJAMENTO

//PROPOSTA DO IBAMA PARA QUEM CAUSA DANO AMBIENTAL RECEBE APOIO DO PLANEJAMENTO
O Ibama conseguiu o aval do Ministério do Planejamento à proposta para destravar pagamentos de multas que empresas que causam prejuízos ambientais recebem. Conforme reportou o jornal Folha de S.Paulo, a ideia é melhorar o mecanismo pelo qual as companhias podem transformar seu passivo em projetos de reparações ambientais. Em reunião interministerial, um representante do Planejamento (que revê processos de cobranças de multas de autarquias) concordou com os termos da proposta. “O Ibama parou de autorizar essas conversões e quer criar duas possibilidades de pagamento alternativo. A primeira, parecida com a atual, é a própria empresa apresentar um projeto, mas seguir prioridades do Ibama em territórios apontados (por exemplo, tratar água no cerrado). Nesse caso, o desconto da multa é de 35%. A segunda opção das empresas é financiar parte de projetos de entidades do terceiro setor selecionadas pelo órgão público em chamamento. Os técnicos do Ibama têm críticas ao modelo atual de cobrança. As empresas com grandes passivos conseguem protelar os pagamentos e dificilmente recolhem valores. Hoje, há cerca de R$ 38 bilhões em multas em diversos estágios de cobrança”, destacou a reportagem.

Etanol tem competitividade menor que gasolina neste ano

O setor sucroenergético esperava preços e rentabilidade bons neste ano. Nada disso está acontecendo. O valor do açúcar cai no mercado internacional, e o etanol, com o recuo do preço da gasolina, não é competitivo no mercado interno. Dados da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), com base em informações da ANP, indicam que apenas 36% da frota de carros do país está localizada em áreas cujos preços do etanol são mais vantajosos do que os da gasolina. No mesmo período de 2016, metade da frota nacional já podia utilizar o etanol com preços mais favoráveis do que os do derivado do petróleo. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o etanol perdeu o momento ideal de ser competitivo, e o setor viveu um período longo de crise. “A nova política do governo de seguir os preços internacionais do petróleo ocorre em um momento de baixa dos preços externos do petróleo. Com isso, a gasolina cai de valor, a taxa de imposto não foi reposta e o etanol continua sendo pouco competitivo”, destaca a informação.

Climatempo busca ampliar negócios com produtores

A empresa de meteorologia Climatempo informou que acaba de lançar no mercado brasileiro um serviço que integra suas previsões aos dados coletados pelas estações instaladas nas fazendas dos produtores rurais. É o que informa o jornal Valor Econômico. Segundo a empresa, a ferramenta, batizada de Agroclima Pro – uma plataforma de previsão geolocalizada —, foi desenvolvida por sua equipe de inovação, pesquisa e desenvolvimento e é capaz de oferecer um mapeamento completo de balanço hídrico e alertas fitossanitários. Disseminada nos EUA, a solução poderá servir de incentivo para a ampliação do número de estações meteorológicas nas propriedades rurais, que ainda é muito pequeno, conforme a publicação do Valor.

Punição mais dura de maus tratos a animais é defendida em audiência na Câmara

O portal da Câmara dos Deputados dá destaque para audiência pública ocorrida na última terça-feira (4), na Comissão de Meio Ambiente, onde palestrantes defenderam o aumento de pena para crimes de maus tratos a animais. Os convidados também sugeriram outros tipos de punição, já que as prisões brasileiras são superlotadas. Para o juiz federal Anderson Furlan, é preciso repensar como a lei pode ser modificada para uma maior proteção aos animais. Furlan defendeu que alguns crimes sejam punidos com mais rigor – inclusive com a reclusão – e que sejam agravadas as penas pecuniárias. A proibição da venda de animais e a atenção também aos que não são domésticos, como os animais da pecuária e os que são usados em teste de cosméticos, também foram temas debatidos na audiência. Outro ponto destacado foi a necessidade da definição de maus tratos na lei. Autor do requerimento para o debate na comissão, o deputado Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG) afirmou que a sociedade não aceita mais esses crimes. Segundo ele, é necessária uma mobilização entre os deputados defensores da causa animal para um avanço do tema.

NA IMPRENSA
Mapa – Maggi participa do encontro Brasil-Japão nesta sexta, em São Paulo

Mapa – Pastora alemã Neca é a nova integrante da equipe dos cães farejadores do Mapa

Senado Federal – Cancelada audiência pública sobre rastreabilidade de agrotóxicos

Câmara dos Deputados – Punição mais dura de maus tratos a animais é defendida em audiência

Câmara dos Deputados – Novo Código Florestal contribuiu para aumento do desmatamento, diz ministro

Câmara dos Deputados – Parlamentares lançam frente em defesa do cultivo da erva-mate

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto – Proposta do Ibama para quem causa dano ambiental recebe apoio do Planejamento

Folha de S.Paulo – Vaivém das Commodities – Etanol tem competitividade menor que gasolina neste ano

G1 – USP de Pirassununga melhora genética do gado e aumenta produção de leite e carne

Valor Econômico – Produção de café da Colômbia caiu 9% em junho 

Valor Econômico – Ministério determina mudança em cortes de carne bovina para os EUA 

Valor Econômico  – Francesa Upscience compra o brasileiro Labtec 

Valor Econômico – Climatempo busca ampliar negócios com produtores rurais 

Valor Econômico – Safra 2016/17 impulsiona melhora de resultados das companhias agrícolas 

Valor Econômico – InVivo traça plano ambicioso para o Brasil 

ABN News – Nove tendências do marketing no agronegócio do futuro

AFCP – Em encontro, setor aeroagrícola, órgãos de fiscalização e entidades do agronegócio traçam ação conjunta

No comments yet.

Leave a comment

Your email address will not be published.