PIRATARIA EM SEMENTES CAUSA PREJUÍZO ANUAL DE R$ 2,5 BILHÕES

//PIRATARIA EM SEMENTES CAUSA PREJUÍZO ANUAL DE R$ 2,5 BILHÕES

O agronegócio brasileiro tem prejuízo de R$ 2,5 bilhões ao ano com a pirataria de sementes, segundo pesquisa da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas e Associação Brasileira de Sementes e Mudas. Somente o setor de pesquisas tem prejuízo anual de R$ 221 milhões, dizem as entidades. Segundo o Valor Econômico, o estudo realizado levou em consideração as principais culturas agrícolas no Brasil como algodão, arroz, feijão, milho, soja e trigo. A área cultivada e a quantidade de sementes usadas por área foi levada em consideração bem como o valor médio de venda do produto e a taxa de utilização de cada um. Assim obteve-se o valor que não circula formalmente na economia nacional pela prática da pirataria. “Não podemos nos tornar reféns da pirataria. Se não prestarmos atenção e alertarmos a sociedade sobre os riscos, em um futuro muito próximo as pesquisas voltadas ao melhoramento de sementes tendem a diminuir drasticamente em nosso país”, disse o diretor executivo da Apasem, Clenio Debastiani, na divulgação da pesquisa durante o evento Show Rural Coopavel.

Arrozeiros de Alegrete querem que governo fiscalize importações

A Associação dos Arrozeiros de Alegrete, do Rio Grande do Sul, ingressou com uma ação civil pública visando obrigar o governo federal a fiscalizar o arroz que ingressa no Brasil vindo dos países do Mercosul, em especial do Paraguai. O Valor destaca que a entidade alega que o produto que entra pelo Paraguai não respeita a legislação nacional. A ação também solicita que seja proibida a mistura do produto nacional com o importado nas empresas beneficiadoras. Fátima Marchezan, presidente da associação de Alegrete defende que conste nas embalagens a origem do arroz e que o governo crie meios para rastrear a qualidade sanitária dos produtos ofertados no Brasil. “A Federarroz também quer que o Mapa e a Anvisa sejam obrigados a criar diretrizes técnico-administrativas para garantir o rastreamento e o controle do arroz nas empresas importadoras, exportadoras e beneficiadoras”, destaca a reportagem.

Ajuda dos EUA à pecuária supera exportações brasileiras em 2017

O rebanho bovino dos Estados Unidos volta a aumentar e já soma 94,4 milhões de cabeças de gado. É o maior número em nove anos. É um novo ciclo da pecuária, conforme mostram os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. De acordo com a Folha de S.Paulo, o rebanho dos Estados Unidos vem crescendo desde 2014, quando estava em 88,5 milhões de animais. O valor destinado pelo governo americano para indenizações ao setor superou o total das exportações brasileiras em 2017, que, em ano recorde, ficaram em US$ 6,3 bilhões, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes. “O governo dos EUA tem três programas básicos de auxílio ao setor. O mais importante, o Livestock Disaster Forage Program, remunera produtores que, devido a problemas climáticos, têm perdas de pastagens. O Livestock Indemnity Program beneficia pecuaristas que tiveram mortalidade de gado acima do normal na fazenda. O terceiro programa, o Elap inclui ajuda não apenas ao rebanho, mas também aos produtores de mel e de peixe. De 2008 a 2016 foram destinados US$ 113 milhões ao programa”, frisa a Folha.

Venda de máquinas agrícolas cai, mas produção sobe

Folha de S.Paulo ressalta ainda que as indústrias de máquinas agrícolas apostam nas vendas para os próximos meses. A safra deste ano, ao contrário do que se previa antes, não cai tanto e poderá ficar próxima à anterior, que foi recorde. A produção de máquinas subiu 19% em janeiro deste ano, em relação a janeiro de 2017. As indústrias produziram 51% mais colheitadeiras e 3% mais tratores de roda. Já as vendas deste ano começaram em ritmo lento. Dados divulgados na terça-feira (6) pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) apontam retração de 39% no setor. A maior queda fica com tratores, cujas vendas caíram 46% no último mês, em relação a igual período de 2017. As vendas de colheitadeiras recuaram para 270 unidades, 29% menos do que em janeiro de 2017.

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