ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO AÇÚCAR MANTÉM ESTIMATIVA SOBRE PRODUÇÃO MUNDIAL EM 2017/18

//ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO AÇÚCAR MANTÉM ESTIMATIVA SOBRE PRODUÇÃO MUNDIAL EM 2017/18
A Organização Internacional do Açúcar (OIA) manteve sua estimativa sobre a produção mundial em 2017/18, em 179,45 milhões de toneladas. O volume é 6,58% superior à temporada passada, que acabou em setembro, e é principalmente responsabilidade do crescimento na expectativa de colheita da Índia, União Europeia, Tailândia e China. Conforme o Valor Econômico, esta produção será recorde, mesmo com a previsão de queda no Brasil, onde as “usinas estão preferindo usar a cana para produzir etanol”, diz a OIA, em relatório. A estimativa de consumo mundial de açúcar foi mantida também pela entidade hoje em 174,41 milhões de toneladas, 1,71% mais que na safra anterior. A estimativa de comércio internacional da commodity ficou em 61,09 milhões de toneladas, o segundo maior nível da história e um crescimento de 1 milhão de toneladas frente à 2016/17. “A previsão de estoques finais da OIA ficou em 89,62 milhões de toneladas, 1,6% mais que no fim do ciclo anterior. A relação entre estoque e consumo é calculado em 51,38% e o superávit global continua estimado em 5,03 milhões de toneladas, frente ao déficit de 3,1 milhões de toneladas no ciclo anterior. Diante desses números, a entidade faz uma aposta preliminar de superávit para 2018/19 próximo a 3 milhões de toneladas “, diz a reportagem.

Agricultura promove debate sobre cadeia produtiva do arroz

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara promoverá audiência pública na terça-feira (21) para debater a defesa comercial da cadeia produtiva do arroz no Mercosul, as dificuldades de comercialização e a queda nos preços do produto. De acordo com o portal da Câmara dos Deputados, os pedidos para o debate são dos deputados Alceu Moreira (PMDB-RS) e Luís Carlos Heinze (PP-RS). Moreira quer identificar os pontos de “desarmonia econômica, comercial e sanitária no bloco econômico do Mercosul da cadeia produtiva do arroz”. Já Heinze está preocupado com o que considera uma das piores crises dos últimos anos no setor. “Com 35% da área prevista colhida, o valor ofertado pela saca do grão é 25% inferior ao praticado em 2016, o que já traz reflexos preocupantes à economia dos municípios produtores”, lamentou. A audiência ocorrerá às 10 horas, no plenário 6.

“Hoje, não se justifica derrubar florestas para abrir novas regiões agrícolas”, diz presidente do Grupo SLC

Por décadas conhecido pela fabricação de máquinas agrícolas, até a venda do negócio para a americana John Deere, o Grupo SLC entrou recentemente para um time seleto de empresas no país ao alcançar a marca de 400 mil hectares de grãos cultivados. O novo capítulo na história da pequena ferragem de Horizontina que se tornou uma gigante do agronegócio brasileiro começou a ser traçado nos anos 2000 – quando diversificou os negócios, passando a produzir alimentos (no Centro-Oeste e no Nordeste) e abrindo capital na bolsa (foi uma das primeiras empresas do setor agrícola a adotar essa estratégia). O executivo à frente do grupo, Eduardo Logemann, fala ao Zero Hora sobre as oportunidades de internacionalização, as compras de terras e o desejo de crescer em áreas onde não existem mais florestas virgens. O jornal perguntou à Eduardo, a expansão agrícola possível no Brasil, hoje, é no Matopiba? “É onde há lugar para expandir, assim como no Pará. O Brasil tem 60 milhões de hectares de culturas perenes e não perenes e 120 milhões de hectares de pastagens. É uma tendência mundial que se utilize cada vez menos espaço para a pecuária. É mais apropriado que essas regiões já abertas para a criação de animais sejam utilizadas para agricultura. Hoje, não se justifica mais derrubar florestas ou mesmo cerrados para abrir novas regiões agrícolas”, respondeu Eduardo, em parte da entrevista ao Zero Hora.

Seguridade aprova regras para produção brasileira de queijo artesanal

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou projeto de lei (PL 2404/15) para regulamentar a elaboração e a comercialização de queijos artesanais. A matéria, apresentada pelos deputados Zé Silva (SD-MG) e Alceu Moreira (PMDB-RS), recebeu parecer pela aprovação do relator, deputado Jones Martins (PMDB-RS). O portal da Câmara dos Deputados destaca que Silva e Moreira, afirmam que, apesar de a atividade ser tradicional, os queijeiros artesanais enfrentam dificuldades na obtenção de licenças para a venda de seus produtos no território nacional. “O estabelecimento rural onde se elabora o queijo artesanal a partir de leite cru deverá ter o rebanho certificado como livre de tuberculose e brucelose, além de participar de programa de controle de mastite. O queijeiro deverá implantar boas práticas na produção leiteira e na elaboração do queijo, controlar e monitorar a portabilidade da água utilizada e implementar a rastreabilidade de produtos. O projeto de lei foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado por Jones Martins com diversas alterações. Uma delas acaba com a restrição de usar, na produção dos queijos artesanais, apenas o leite cru obtido no próprio estabelecimento rural. Em vez disso, o texto aprovado permite a utilização de leite de fazendas próximas. A fiscalização dos estabelecimentos produtores de queijo artesanal deverá ser realizada por órgãos de defesa sanitária animal e de vigilância sanitária federais, estaduais ou municipais”, ressalta parte da publicação.

NA IMPRENSA
Mapa – Rodada de negócios em Abu Dhabi visa atrair investimento estrangeiro

Mapa – Secretário de Política Agrícola participa de Estradeiro na BR 163

Mapa – Maggi participa de Conferência com Fundo Internacional de Desenvolvimento da Agricultura

MMA – Política florestal avançará no Brasil

MMA – Seminário debate gestão ambiental no RS

MMA – Governo brasileiro avalia resultados da COP23

Embrapa – RenovaBio é apresentado como PL na Câmara dos Deputados

Embrapa – Acordo feito na COP 23 permitirá avanços em discussões sobre a agricultura

Embrapa – Potencial e obstáculos da produção orgânica e da agroeocologia de São Paulo serão analisados em fórum na Embrapa

Embrapa – Primeiro prêmio MCTIC de métodos alternativos tem participação de equipe da Embrapa

Ibama – Ibama fecha 17 serrarias ilegais e doa madeira apreendida no PA

Câmara dos Deputados – Agricultura promove debate sobre cadeia produtiva do arroz

Câmara dos Deputados – Seguridade aprova regras para produção brasileira de queijo artesanal

Senado Federal – Brasil quer sediar Conferência do Clima em 2019

Folha de S.Paulo – Combustível de borra de café abastece ônibus de Londres

Folha de S.Paulo – Ronaldo Caiado – As instituições brasileiras vivem no mundo da lua

G1 – Redução de recursos para cisternas pode afetar cinco mil famílias em AL

G1 – Minas Gerais deve registrar crescimento da safra de feijão

G1 – Frigoríficos devem fechar o ano no azul em Santa Catarina

G1 – Começa o plantio de soja no Rio Grande do Sul

G1 – Produtores de leite em Minas Gerais enfrentam dificuldades

G1 – Transposição do rio São Francisco muda a vida no sertão da Paraíba

O Estado de S.Paulo – Yara paga US$ 255 milhões por negócio de fertilizante da Vale

O Estado de S.Paulo – “Há agricultores muito apegados aos métodos tradicionais de produção”

O Estado de S.Paulo – NO TOCANTINS, UM NOVO JEITO DE PLANTAR ARROZ

O Estado de S.Paulo – Uso de recursos hídrico chega à Justiça

Valor Econômico – Faturamento da Coamo deverá ficar estável em 2017

Valor Econômico – OIA mantém estimativa sobre produção mundial de açúcar em 2017/18

Zero Hora – “Hoje, não se justifica derrubar florestas para abrir novas regiões agrícolas”, diz presidente do Grupo SLC

Zero Hora – Pressão da Rússia no agronegócio indica vontade de vender mais ao Brasil

Zero Hora – Sergio De Zen e Marcos Iguma: baixa rentabilidade para o granjeiro

Zero Hora – Maurício Antônio Lopes: ciência, políticas e desenvolvimento para todos

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