NORMA QUE FLEXIBILIZA REGRAS PARA IMPORTAR TRIGO RUSSO É PUBLICADA

//NORMA QUE FLEXIBILIZA REGRAS PARA IMPORTAR TRIGO RUSSO É PUBLICADA
O Ministério da Agricultura publicou a Instrução Normativa 47/2017, que flexibiliza as regras sanitárias para importação do trigo da Rússia. É o que informa o Valor Econômico. A liberação do produto, que já havia sido informada pelo ministro Blairo Maggi, consta da edição de quarta-feira (13) do Diário Oficial da União. Essa nova norma, altera uma anterior, de 2009, que determinava que as cargas importadas da Rússia deveriam conter um adendo ao certificado sanitário que comprovasse a ausência de duas pragas quarentenárias: a Orobanche spp e a Cirsium arvense. Com a nova norma, o trigo poderá conter as pragas, mas deverá ser destinado “a processamento em estabelecimento que dispõe de instalações e procedimentos adequados para armazenamento e eliminação da capacidade de reprodução do produto e dos resíduos do seu processamento”. “O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Eduardo Rangel, explicou que, na hipótese de o trigo importado da Rússia conter essas pragas, será feita uma fiscalização específica para que o cereal seja processado apenas em moinhos instalados no porto de destino, e que não será permitido que esse trigo entre pelos portos da região Sul, polo produtor do cereal no país”, diz a reportagem.

Melhorar logística e retorno ao produtor são prioridades, diz Maggi

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, reforçou a importância dos investimentos em logística para atender ao setor do agronegócio brasileiro. Maggi lembrou o resultado positivo da balança comercial do agronegócio, de US$ 75 bilhões, durante visita ao Porto de Paranaguá (PR). Conforme o portal do Mapa, nesta semana, o porto registra a maior movimentação de cargas da sua história: 50 milhões de toneladas em um ano. E o agronegócio teve papel fundamental nessa marca, 70% foram produtos agrícolas. O porto paranaense é a segunda principal porta de entrada e saída de mercadorias da costa do país, depois do Porto de Santos (SP). E opera mais de 20% da exportação do agronegócio, atendendo o Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Santa Catarina. Ele foi eleito pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) como o de melhor desempenho ambiental do Brasil. O ministro observou que os investimentos em infraestrutura, especialmente para o escoamento da produção, poderão ser orientados por estudo da Embrapa Territorial que está sendo finalizado. Blairo Maggi lembrou também a importância do Programa Agro+, que lançou no início de sua gestão, em 2016, para modernizar centenas de normas do setor.

Medidas preventivas ajudam no controle do carrapato bovino

Nesta época do ano, com altas temperaturas e muita umidade, a infestação de carrapatos em bovinos aumenta. Esses parasitas causam uma série de problemas nos animais, como perda de peso, lesões na pele e anemia. De acordo com o portal da Embrapa, além de afetar a saúde e o bem-estar dos bovinos, os prejuízos para o produtor são representativos. Para controlar a infestação, o pecuarista terá gastos extras na compra de carrapaticida, medicamentos veterinários para tratamento dos bovinos, construção de banheiros de aspersão, entre outros. Ainda, há diminuição na produção de leite e carne. Algumas ações preventivas reduzem o número de carrapatos na propriedade. O produtor deve fazer rotação de pastagens para diminuir a quantidade de parasitas no pasto. Além disso, deve optar por raças de animais mais resistentes, diminuindo a necessidade de tratamentos. O controle deve ser realizado ainda na primavera com um acaricida com mais de 90% de eficácia, com intervalos de 21 dias, até que se consiga uma infestação baixa. “A utilização indiscriminada pode resultar na presença de resíduos no leite, na carne e no meio ambiente. Outro problema do uso incorreto e intenso está relacionado à resistência do carrapato aos produtos disponíveis no mercado”, frisa o texto.

Política de incentivo a biocombustíveis pode elevar preços, dizem analistas

O RenovaBio, programa de incentivo a biocombustíveis foi aprovado pelo Congresso Nacional sob dúvidas sobre seu impacto no preço dos combustíveis. Parte dos analistas preveem um encarecimento. Segundo a Folha de S.Paulo, o aumento ocorreria porque o programa cria metas de redução de emissão de carbono para as distribuidoras de combustíveis. Caso as empresas não cumpram essas metas, precisarão comprar créditos de descarbonização, os chamados CBios, que serão emitidos pelos produtores de biocombustível. Segundo estudos do Ministério de Minas e Energia, porém, não necessariamente haverá aumento de preço. Para o órgão, que foi o principal articulador da nova política, há mais chance de haver uma redução dos preços do que uma alta a probabilidade de queda seria de 70%, a depender da meta estabelecida às distribuidoras. “O argumento é que os produtores de etanol serão incentivados a ampliar a produtividade, o que implicará em uma diminuição do preço. Isso porque a concessão dos créditos de descarbonização será dada de acordo com os ganhos de eficiência energética e ambiental do produtor”, destaca a Folha.

NA IMPRENSA
Mapa – Importação de trigo da Rússia é agilizada

Mapa – Melhorar logística e retorno ao produtor são prioridades, diz Maggi

MMA – Ministério reforça combate ao Aedes aegypti

Embrapa – Medidas preventivas ajudam no controle do carrapato bovino

Embrapa – Mato Grosso do Sul inicia em 2018 a última etapa do seu zoneamento

Embrapa – Embrapa e Unicamp criam centro de pesquisa em mudanças climáticas com apoio da Fapesp

Embrapa – Presidente da República assina decreto que cria o Pronasolos

Embrapa – Senado aprova programa para biocombustíveis

Ibama – Ibama define comitê e diretrizes para ações de educação ambiental

ALESP – Rota das Bandeiras inicia 2ª etapa de prolongamento de anel viário

Senado Federal – Prazo para reembolso a passageiros por bilhetes aéreos não utilizados passará por turno suplementar

Folha de S.Paulo – Matias Spektor – Mercosul e UE estão na linha de chegada; é agora ou nunca

Folha de S.Paulo – Política de incentivo a biocombustíveis pode elevar preços, dizem analistas

G1 – Brasil deixou de exportar 200 mil toneladas de carne de frango e suína em 2017 por causa da Operação Carne Fraca, diz associação

G1 – Abate de suínos no 3º trimestre tem o melhor resultado desde 1997, diz IBGE

O Estado de S.Paulo – Número de imigrantes com autorização para trabalhar no Brasil caiu 22,3% em 2016

O Estado de S.Paulo – Senado aprova projeto que libera R$ 1,9 bi a Estados

Valor Econômico – São Martinho prevê economia de R$ 100 milhões com novas tecnologias 

Valor Econômico – São Martinho já fez hedge de 405 mil toneladas de açúcar para 2018/19 

Valor Econômico – Após baque, consumo de frango no país ensaia retomada 

Valor Econômico – Manga brasileira pode ser impedida de entrar na UE 

Valor Econômico – Empresa de colágeno da JBS busca avançar em países islâmicos 

Valor Econômico – IBGE: Indústria perde espaço na economia em 2015, e serviços avançam 

Valor Econômico – Commodities Agrícolas 

Valor Econômico – Norma que flexibiliza regras para importar trigo russo é publicada

Zero Hora – Agropecuária do RS teve atípico tropeço no 3º trimestre

Zero Hora – Programa ajuda a potencializar a eficiência do cultivo de frutas e hortaliças

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