MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA PODEM CHEGAR A ACORDO COMERCIAL

//MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA PODEM CHEGAR A ACORDO COMERCIAL
O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, reforçou na segunda-feira (23), durante evento na Fecomercio-SP sobre comércio exterior, a disposição do governo em promover alterações na portaria que redefine o trabalho escravo e sua forma de autuação, de modo a aproximá-la do que está disposto no Código Penal. De acordo com a Folha de S.Paulo, segundo críticos, ao atender a bancada ruralista no Congresso, a nova formulação contraria regras da OIT (Organização Internacional do Trabalho), além do próprio Código Penal. “O presidente Temer já anunciou que vai acolher sugestões feitas pela procuradora-geral, Raquel Dodge, de modo a precisar o conceito de trabalho escravo com absoluta concordância com o que prescreve o Código Penal”, disse Aloysio Nunes, em reunião do Conselho de Comércio Externo da Fecomercio-SP. A expectativa do governo é que a conclusão política do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que se arrasta há cerca de 17 anos, seja anunciada em dezembro. Questionado sobre o assunto, o ministro Aloysio Nunes falou que as negociações se dão com as autoridades da UE e as observações da França serão “levadas em conta devidamente”. Em resposta às exigências francesas em relação aos cuidados sanitários com a carne, Aloysio afirmou que não seria preciso a França dizer o quanto isso é importante. “Nós mesmos sabemos”, ressaltou Aloysio à Folha.

Rodada de negócios com Emirados Árabes gera expectativa de investimentos

Mais de 50 empresas participaram na segunda-feira (23) de rodada de negócios realizada em Brasília pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com a Embaixada dos Emirados Árabes. Empresários saíram do evento com perspectivas de conclusão de negócios. Publicação do Mapa destaca que o interesse das empresas brasileiras em parceiros estrangeiros para seus negócios oscilou desde participações no valor de US$ 2 milhões até aproximadamente US$ 50 milhões. O evento Brazil-United Arab Emirates Agribusiness Investor Road Show é um dos resultados de missão realizada neste ano, no mês de maio, pelo ministro Blairo Maggi com o objetivo de aumentar a parceria com o país. Empresas brasileiras do setor agropecuário e investidores da delegação vinda de Abu Dhabi contemplavam interesse dos investidores em setores de frutas, orgânicos, lácteos, proteína animal, arroz, milho, outros grãos e sementes, alimentos processados, além de energias alternativas. A missão dos Emirados Arábes teve a presença do diretor-geral do Centro de Defesa Agropecuária do país, Khalifah Al Ali. “A expectativa é de que as conversas sejam retomadas para eventuais fechamentos de negócios depois que os investidores retornarem ao seu país, detalhando as possibilidades que foram discutidas aqui no Brasil. O evento foi uma iniciativa da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Mapa e faz parte do Programa Agro+ Investimentos, ação que visa atrair investimentos externos e identificar oportunidades no agronegócio brasileiro”, enfatiza a publicação.

Brasil manifesta, na OMC, preocupação com sobretaxa chinesa ao açúcar

Brasil, Austrália e União Europeia manifestaram preocupação na Organização Mundial do Comércio (OMC) com a sobretaxa imposta pela China na importação de açúcar, por meio de medida de salvaguarda que, consideram, é baseada em conclusões questionáveis. Os três produtores levantaram o problema no Comitê de Subsídios da OMC. Segundo o Valor Econômico, o Brasil não acredita que a salvaguarda chinesa tenha sido feita de maneira consistente com as regras. O argumento é que Pequim não conseguiu mostrar que as importações chinesas de açúcar estavam aumentando, e que dados recentes mostram que as compras estavam declinando. “A delegação chinesa reagiu. Em primeiro lugar, destacou que a salvaguarda do açúcar foi a primeira medida desse tipo usada desde que o país entrou na OMC, em 2001. Em segundo lugar, insistiu que as importações aumentaram bastante no período investigado, e que respeitou as regras da OMC. As sobretaxas vão durar três anos. As exportações brasileiras de açúcar para a China, que alcançaram US$ 1 bilhão em 2016, caíram para zero desde maio, no rastro de elevação da tarifa de importação. Pequim aumentou de 50% para 95% a tarifa de importação de açúcar fora da cota, pela qual a maior parte das vendas brasileiras era realizada. Por sua vez, a chamada tarifa extra-cota, que era de 50%, será alterada de forma escalonada: passa para 95% no primeiro ano, cai para 90% em 2018 e para 85% em 2019”, afirma a notícia.

Syngenta vende ativos para a Nufarm por US$ 490 milhões

A suíça Syngenta e a israelense Adama, ambas controladas pela ChemChina, anunciaram a venda de arte dos negócios de defensivos, por US$ 490 milhões, para a australiana Nufarm. É o que informa o Valor Econômico. O portfólio combinado de produtos que estão sendo alienados inclui formulações de produtos genéricos nas áreas de herbicidas, fungicidas e inseticidas, entre outras. Nenhum material físico (além do inventário) ou pessoal será transferido como parte da transação. A Syngenta também venderá estoques para a Nufarm no fechamento da transação, o que deverá ocorrer no primeiro trimestre de 2018. A transação foi realizada de acordo com os compromissos assumidos pela ChemChina com a Comissão Europeia no âmbito da aquisição da Syngenta, que foi concluída em maio. “A conclusão do negócio com a Nufarm está sujeita à autorização de autoridades regulatórias, bem como a qualificação de Nufarm pela Comissão Europeia como um “comprador adequado”, conforme estipulado nos compromissos. A venda de ativos foi realizada sob a supervisão da Duff & Phelps em seu papel de administrador de monitoramento para a Comissão Europeia. O Rabobank atua como consultor financeiro exclusivo da Syngenta nesta transação”, frisa parte da reportagem.

NA IMPRENSA

Mapa – Força da agroindústria foi destacada por Maggi em Congresso da Abitrigo

Mapa – Eumar Novacki é condecorado no Dia do Aviador

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MMA – TRT do Maranhão recebe Selo A3P

MMA – Começa conferência das espécies migratórias

MMA – Brasil amplia adaptação à mudança do clima

MMA – Defesa apoia combate ao fogo em Chapada dos Veadeiros

Embrapa – Pesquisadores apostam em biocarvão para aumentar a matéria orgânica no solo

Embrapa – Custos de produção de suínos e frangos de corte têm alta recorde em 2017

Anvisa – Painel Técnico debaterá rotulagem de alimentos

ALESP – Assembleia recebe exposição em comemoração ao Dia do Aviador

Câmara dos Deputados – Projeto institui política de desenvolvimento de territórios rurais

Câmara dos Deputados – Finanças aprova criação do Fundo do Desenvolvimento Rural e Produção Agrícola

Câmara dos Deputados – Comissão mista debaterá participação do Brasil na Conferência do Clima deste ano

Folha de S.Paulo  – Mercosul e União Europeia podem chegar a acordo comercial

Folha de S.Paulo – Vaivém das Commodities – Atraso em plantio de soja pode afetar safrinha

Folha de S.Paulo – Licitação da Norte-Sul e da Ferrogrão superestima demanda, diz Rumo

G1 – Expansão da cana-de-açúcar no Brasil pode reduzir emissão global de CO2, diz estudo

G1 – Produção mundial de vinho registra o pior nível em mais de 50 anos

O Estado de S.Paulo – ‘Desconto destrói rápido o valor do negócio’

O Estado de S.Paulo – Rumo Logística pode adaptar Malha Paulista para atender à demanda da ferrovia Norte-Sul

Valor Econômico – PF não indiciou Marfrig ou seus executivos na Operação Acrônimo

Valor Econômico – Índice de preços agrícolas em SP caiu 0,3% em setembro

Valor Econômico – Brasil manifesta, na OMC, preocupação com sobretaxa chinesa ao açúcar

Valor Econômico – Syngenta vende ativos para a Nufarm por US$ 490 milhões

Valor Econômico – Aurora vai ampliar em 10% os abates diários de suínos

Valor Econômico – Deputados cogitam PL para o RenovaBio

Valor Econômico – Reação em curso no campo argentino

Valor Econômico – Um novo ânimo à safra argentina

Valor Econômico – Menor volume de vendas no Brasil faz receita agrícola da Basf recuar

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