IBAMA APREENDE AERONAVES AGRÍCOLAS E TONELADAS DE SEMENTES NO RIO GRANDE DO SUL

//IBAMA APREENDE AERONAVES AGRÍCOLAS E TONELADAS DE SEMENTES NO RIO GRANDE DO SUL
Operação conjunta do Ibama com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul na região de Uruguaiana, Itaqui e São Borja resultou na apreensão, até o momento, de cinco aeronaves usadas para aplicação de agrotóxicos e 16 toneladas de sementes de arroz. Foram lavradas multas que totalizam R$ 1,5 milhão. Conforme o portal do Ibama, a Operação Demeter tem o objetivo de verificar a regularidade de agricultores de arroz e de todas as empresas de aviação agrícola da região na aplicação de defensivos agrícolas, além de reprimir o uso de pesticidas contrabandeados do Uruguai. De acordo com a publicação do Ibama, os aviões não possuíam licença ambiental e o arroz estava sendo pulverizado com agrotóxicos sem registro no Brasil. Foram coletadas amostras de sementes para exames laboratoriais e o plantio foi proibido por medida de segurança ambiental e de saúde pública. A ação tem apoio da Comissão de Controle e Fiscalização do Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA) e será realizada por prazo indeterminado.

País lidera custo de produção de grãos no Mercosul

Os produtores brasileiros de grãos pagam, em média, 86% mais por insumos agrícolas que seus parceiros do Mercosul, diz estudo realizado Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Conforme o trabalho, carga tributária e burocracias associadas à importação de máquinas, fertilizantes, defensivos e demais produtos necessários para o cultivo são as responsáveis pela grande diferença apurada. O Valor Econômico enfatiza que no estudo, foram analisados os tributos que incidem sobre insumos, serviços agrícolas, manutenção e distribuição e colheita em quatro culturas. E o maior peso está sobre a produção brasileira de arroz. Os impostos para o cultivo desse cereal representam 30,26% do custo total; na sequência vem o milho (27,10%), a soja (27,05%) e o trigo (26,21%). Ao analisar produtos específicos, como máquinas agrícolas, o estudo revela que o preço cobrado por esses equipamentos poderia ser reduzido em um quarto se houvesse isenção de impostos para bens de capital, a exemplo do que ocorre em outros países. Já os adubos, fungicidas e pesticidas poderiam ficar 20% mais baratos. “O levantamento da Farsul e do IBPT mostra, também, que o custo geral de se produzir grãos no Brasil chega a ser, em média, 79% mais alto que na Argentina e 32% mais elevado que no Uruguai”, destaca o Valor.

Brasil ainda afeta vendas de múltis de insumos

O nível de estoques de defensivos da Bayer nos canais de distribuição brasileiros, que estava muito acima da média no primeiro semestre, começou a voltar ao normal, informaram executivos da multinacional alemã durante a apresentação dos resultados globais do terceiro trimestre. De acordo com o Valor Econômico, no período, a receita da divisão agrícola da companhia na América Latina, que é liderada pelo Brasil, alcançou € 740 milhões, ainda 5,1% menos de julho a setembro de 2016. Mas no segundo trimestre as vendas foram negativas em € 69 milhões, como resultado de provisões realizadas devido à expectativa de devolução de produtos parados nas distribuidoras ou com validade eventualmente vencida. O efeito negativo da renegociação com os distribuidores foi a redução de preços. A relação entre dólar e real foi atualizada e, assim, o valor dos produtos foi ajustado para baixo. No terceiro trimestre, a divisão agrícola da Bayer registrou queda do preço médio global de venda de seus produtos de 4,4%. A também alemã Basf divulgou que as vendas globais de sua divisão agrícola caíram 6% no terceiro trimestre de 2017, para € 987 milhões. E que queda foi provocada principalmente pela redução de preços e volumes negociados no Brasil.

Começa implantação de Plano de Erradicação de Aftosa para retirar vacina

O Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciou, em Porto Velho, os trabalhos do Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada total da vacinação no país até 2023. O portal do Mapa frisa que durante três dias, houve reuniões em torno do plano com integrantes do setor público e produtores dos estados de Rondônia e Acre, além do Amazonas e Mato Grosso, que participaram como convidados. Entre representantes de governo, a maioria eram agentes de defesa agropecuária dos estados. As diretrizes básicas do PNEFA preveem gestão compartilhada entre governos e iniciativa privada; aperfeiçoamento das capacidades do Serviço Veterinário Oficial (SVO); regionalização das ações; sustentação financeira; adequação e fortalecimento do sistema de vigilância; agilidade e precisão no diagnóstico; previsão de imunógeno para emergências veterinárias; cooperação internacional e educação em saúde animal. No plano, o país foi dividido em cinco blocos, para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. Integram o Bloco I, Acre e Rondônia; o Bloco II: Amazonas, Amapá, Pará e Roraima; o Bloco III: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte; Bloco IV: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e Tocantins, e; Bloco V: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

NA IMPRENSA

Mapa – Sai primeiro Zoneamento Climático do AP junto com 20 UF

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Embrapa – Conheça a gongocompostagem, opção vantajosa para produção de adubo orgânico

Ibama – Ibama apreende 5 aeronaves agrícolas e 16 toneladas de sementes de arroz no RS

ALESP – Comissão de Justiça aprova projeto pelo fim dos cães de aluguel em SP

Senado Federal – Comissão debaterá o preparo e o emprego das Forças Armadas no século 21

G1 – Lucro líquido da Bayer salta 226,9% no 3º trimestre, a ‎€ 4,58 bilhões

Valor Econômico – Lala confirma conclusão da aquisição da Vigor

Valor Econômico – Exportações brasileiras para países árabes cresceram 20% até setembro

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Valor Econômico – Um forma de rever o papel do esterco

Valor Econômico – Agronegócio aliado da natureza vira referência

Valor Econômico – Fazendeiro da África do Sul cria vermes para fazer ração animal

Valor Econômico – País lidera custo de produção de grãos no Mercosul

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Valor Econômico  – Brasil ainda afeta vendas de múltis de insumos

Valor Econômico – Commodities Agrícolas

Valor Econômico – Milho puxa embarques de setembro no porto de Santos

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