EDITORIAL DESTACA DEMORA DA ANVISA PARA EXPEDIR LICENÇAS DE COMERCIALIZAÇÃO DE REMÉDIOS

//EDITORIAL DESTACA DEMORA DA ANVISA PARA EXPEDIR LICENÇAS DE COMERCIALIZAÇÃO DE REMÉDIOS
Editorial da Folha de S.Paulo desta quarta-feira (18) destaca que cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) expedir as licenças para a comercialização de remédios no país, “mas o tempo consumido nessa tarefa tem sido longo em excesso”. “Para sanar a deficiência, entrou em vigor há duas semanas a lei 13.411, de 2016. Ela estipula que o prazo para um processo de licenciamento é de 365 dias, prorrogável por mais 122 dias se a agência fundamentar a necessidade de adiamento 15 dias antes do vencimento. A realidade: em apenas um caso, o dos medicamentos biológicos, o tempo médio de aprovação (371 dias) aproxima-se do desiderato legal. Quando se trata de drogas sintéticas novas, o prazo sobe para 543 dias; de genéricos, para 1.083; e de similares sintéticos, para 1.548 dias em média na fila. O consumidor doente sai perdendo em qualquer situação. No caso dos medicamentos novos, fica mais tempo sem poder usufruir dos avanços da farmacologia. Nos de genéricos e similares, tarda a possibilidade de gastar menos com o tratamento. A razão da demora recai sobre o suspeito de sempre: falta de pessoal para analisar os pedidos. Há também o problema de documentação incompleta fornecida por algumas empresas. Fato é que o estoque de pendências segue crescendo”, afirma trecho do editorial.

Anvisa libera medicamentos para tratar câncer e hemorragias

Conforme reportagem do jornal O Globo, nesta segunda-feira (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária liberou o registro de dois medicamentos novos e inéditos no Brasil – o Blincyto (blinatumomabe) e o Praxbind (idarucizumabe) – para tratamento contra o câncer e de combate a hemorragias. “O primeiro foi aprovado para o tratamento de adultos com leucemia do tipo linfoblástica aguda, tipo de câncer que ataca as células brancas do organismo, partes do sistema de defesa. O segundo medicamento tem como principal função interromper os efeitos anticoagulantes de um outro produto, chamado Pradaxa, utilizado em cirurgias, evitando que os pacientes tenham sangramentos de risco”, afirma a reportagem.

Prefeitura de SP recua e decide manter distribuição de remédios em UBSs

A gestão João Doria (PSDB) mudou a estratégia relativa à distribuição de medicamentos na rede pública. De acordo com a reportagem de O Estado de S.Paulo, o secretário municipal de Saúde, Wilson Pollara, afirmou nesta segunda-feira (17), que a entrega de remédios continuará sendo feita nas farmácias dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Diferentemente do planejado inicialmente, a rede privada prestará apenas um apoio complementar em uma segunda fase, sem prazo. “Voltar atrás não é defeito, mas qualidade”, disse. O recuo se deu após três meses de pressão dos mais variados setores de defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) na capital, destaca a publicação.

Obesidade avança 60% em dez anos, mas número fica estável em 2016

A Folha de S.Paulo destaca que a parcela de brasileiros obesos cresceu 60% em dez anos, segundo dados da nova edição da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde. “Em 2016, esse percentual foi de 18,9%. Já em 2006, era de 11,8%. Ao mesmo tempo em que houve avanço na obesidade nos últimos anos, a pesquisa mostra que a guerra contra a balança pode estar perto de dar seu primeiro sinal de trégua. Isso porque, em 2016, o índice de obesos ficou estável em relação ao ano anterior. Para o Ministério da Saúde, vários fatores colaboram para esse crescimento”, diz o texto. “Temos dados que mostram que as pessoas que consomem mais alimentos ultraprocessados apresentam maior prevalência de obesidade. São alimentos que adicionam gordura, sal e açúcar. Além disso, há fatores psicológicos, estresse, a dificuldade de levar alimentos [saudáveis] ao trabalho e a falta de atividade física”, afirmou Michele Lessa, coordenadora de alimentação e nutrição no ministério, à reportagem. O Brasil, aliás, tem metas a cumprir nesse cenário até 2019: evitar o crescimento da obesidade, reduzir em 30% o consumo de refrigerantes e aumentar em 17,8% o consumo regular de frutas e hortaliças”, destaca a publicação.

SAÚDE NA IMPRENSA
Inca – Em dez anos, obesidade cresce 60% no Brasil e colabora para maior prevalência de hipertensão e diabetes

Fiocruz – Fiocruz Rondônia solicita patente para novo fármaco anti-leishmaniose

Anvisa – Medicamentos para câncer e hemorragias aprovados

Anvisa – Anvisa cria medidas de avaliação de aditivos aromatizantes

ANS – Oficina capacita operadoras para cuidados com a depressão

Folha de S.Paulo – Editorial – Vigilância insalubre

Folha de S.Paulo – Com impasse, vagas de cubanos devem ficar para brasileiros no Mais Médicos

Folha de S.Paulo – Obesidade avança 60% em dez anos, mas número fica estável em 2016

O Estado de S.Paulo – Mais da metade dos brasileiros está acima do peso, diz Ministério da Saúde

O Estado de S.Paulo – Prefeitura de SP recua e decide manter distribuição de remédios em UBSs

O Estado de S.Paulo – Cresce número de pessoas que dirigem após consumir álcool, diz governo

O Estado de S.Paulo – Aumento de ações coloca em risco Mais Médicos, diz conselho de secretários

O Globo – Anvisa libera medicamentos inéditos para tratar câncer e hemorragias

O Extra – Teste poderá detectar possível reação a vacina contra a febre amarela

G1 – Uma das maiores causas de mortes que você provavelmente não conhece

G1 – Apesar de garantia da Prefeitura, centros de saúde restringem vacina da febre amarela em Campinas

Jornal de Brasília – Terapia de estimulação não chega a um terço dos bebês com microcefalia

Jornal de Brasília – Diagnóstico precoce salva vidas do câncer

Marcio Antoniassi – 45% dos brasileiros adultos têm ao menos uma doença crônica, diz pesquisa da Unicamp

ABC Maior – Pesquisa revela que diabetes no Brasil cresceu 61,8% em dez anos

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