DRONE MUDA FORMA DE MONITORAMENTO DA PRODUÇÃO

//DRONE MUDA FORMA DE MONITORAMENTO DA PRODUÇÃO
Pequenos e leves, os drones, munidos de câmeras e sensores, captam imagens de resolução muito superior às de satélite. Assim, detectam com precisão focos de pragas, estresse hídrico, déficit de nutrientes e danos ambientais, aumentando a produtividade e poupando recursos. Há alguns anos, os produtores tinham de recorrer a aparelhos importados. Hoje, diversas empresas brasileiras já desenvolvem tanto equipamentos quanto softwares – e até exportam essa tecnologia. O Estadão destaca que uma das pioneiras do ramo foi a Horus Aeronaves, que desenvolve drones para mapeamento em agricultura, topografia e mineração. A startup foi criada por três engenheiros mecânicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2014, em um programa de empreendedorismo. Em abril deste ano, a empresa recebeu aporte de R$ 3 milhões da SP Ventures, gestora de fundos de investimentos de capital de risco. O valor foi repassado por meio do Fundo de Inovação Paulista (FIP). Com o aporte, a empresa abriu uma filial em Piracicaba (SP), considerada o polo tecnológico do agronegócio. “O esforço da Horus é popularizar e tornar o uso do equipamento mais atrativo para o produtor”, afirma à reportagem Fabrício Hertz, presidente da empresa.

Demanda por crédito no BNDES para máquina agrícola supera expectativa

De acordo com a Folha de S.Paulo, no plano safra 2016/2017, foram programados R$ 5 bilhões para o financiamentos de máquinas e equipamentos, mas, no decorrer do ano, com a alta demanda, o BNDES teve que realocar mais R$ 3,5 bilhões para área. Nesta safra, estão programados R$ 9 bilhões. “Vamos conversar com o governo para a suplementação de recursos”, diz Carlos Alberto Vianna Costa, chefe do Departamento de Relacionamento Institucional e Gestão de Crédito Rural do BNDES. Principal fonte de investimentos para o setor, o BNDES digitalizou neste ano todo o processo para o pedido de financiamento pelos produtores rurais. Antes, esse processo levava alguns dias. O Moderfrota, principal programa de financiamento de máquinas e equipamentos, tem taxa de 7,5% ao ano para clientes com receita anual de até R$ 90 milhões. Acima disso, a taxa sobe para 10,5%. “Crédito não tem faltado para a aquisição de máquinas e equipamentos e até houve queda nos juros neste Plano Safra. Mas, para o agricultor, os juros ainda são altos, porque não caem na mesma proporção que a Selic ou a inflação”, diz à Folha o presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), João Carlos Marchesan.

Agronegócio exigirá mais a cabeça e menos o corpo do trabalhador rural

A agricultura vai contra a maré nesta crise econômica e política do país e é o setor que mais contrata mão de obra. Por ora, boa parte dessas contratações exige pouca qualificação, principalmente se considerados os empregos dentro da porteira. Uma verdadeira revolução, porém, vem ocorrendo no campo e vai exigir cada vez mais uma mão de obra qualificada. Um dos grandes gargalos da agricultura moderna no país é a qualificação dos trabalhadores do campo. Conforme o Folha de S.Paulo, parte da mão de obra mais qualificada já atua nos centros urbanos e não é medida pelo Caged (pesquisa nacional de emprego com carteira assinada). Mato Grosso, carro-chefe da produção de grãos e da pecuária, mostra um pouco a necessidade dessa mudança da qualificação. Pelo menos 53% dos analfabetos do Estado estão no campo e apenas 4% dos trabalhadores rurais têm curso superior completo. De outro lado, o setor de agronegócio tem no Estado um dos principais investimentos em formação de mão de obra e de preparo de trabalhadores rurais para a mudança de geração no campo, que já começa a ocorrer. “O processo de decisão fica cada vez mais complexo e exige mais dos produtores”, ressalta parte do texto.

Conselho da JBS indica patriarca dos Batista como CEO

O conselho de administração da JBS aprovou na noite de sábado (16) a indicação de José Batista Sobrinho, o patriarca da família Batista, para presidir a gigante de alimentos, em substituição a seu filho, Wesley. É o que informa o Valor Econômico. A indicação, por unanimidade, foi confirmado no dia seguinte, em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Batista Sobrinho, o fundador do frigorífico, com mais de 80 anos, terá um mandato de dois anos. Nesse período, a família quer preparar o filho de Wesley, Wesley Batista Filho, hoje com 26 anos, para assumir o negócio. Mas o banco de fomento prefere que haja um processo para selecionar um executivo profissional para o posto depois disso. Wesley Filho passará a ser diretor estatutário, sem designação específica, compondo um trio de executivos que dará suporte ao fundador Batista Sobrinho. “A indicação dele, na visão do BNDES, representaria a perpetuação do conflito de interesses que o banco já havia identificado e que o levou a pedir o afastamento de Wesley. Já o patriarca é percebido como alguém que atuará no melhor interesse da companhia e que, por sua idade avançada, não se perpetuará na função, preparando uma sucessão”, afirma a notícia.

NA IMPRENSA
Mapa – Congresso de Agroecologia visa o bem viver na América Latina

Mapa – Governo faz novos leilões de apoio ao escoamento de milho de MT

MMA – País avança nas metas para camada de ozônio

SAC – Aeroportos brasileiros movimentam 98,8 milhões de passageiros no primeiro semestre

Senado Federal – Crédito rural, profissão de agente de saúde e PEC da polícia penal são os destaques da semana

Câmara dos Deputados – Defesa do Consumidor aprova devolução de dinheiro em serviços cancelados por causa de epidemias

Câmara dos Deputados – Agricultura aprova política de incentivo à cultura de flores e plantas ornamentais

Folha de S.Paulo – Exportação de carne brasileira sobrevive a escândalos

Folha de S.Paulo – Criticada por ambientalistas, venda de terras para estrangeiros volta à tona

Folha de S.Paulo – Demanda por crédito no BNDES para máquina agrícola supera expectativa

Folha de S.Paulo – Agronegócio exigirá mais a cabeça e menos o corpo do trabalhador rural

Folha de S.Paulo – Nova cebola que não faz chorar chega ao mercado brasileiro

G1 – Grão-de-bico produzido em GO conquista o mercado internacional

G1 – Redução de oferta causa aumento no preço da arroba do boi gordo em MS

G1 – Estiagem prejudica a produção de cana da safra 2017/2018 em AL

G1 – Cooperativa transforma a vida de agricultores de assentamentos de MG

O Estado de S.Paulo – Drone muda forma de monitoramento da produção

O Estado de S.Paulo – No campo, a revolução das startups

O Estado de S.Paulo – ‘Uber dos tratores’, aplicativo aluga máquinas

O Estado de S.Paulo – Contratos agrícolas ganham versão eletrônica

O Estado de S.Paulo – ‘Com retomada da economia, Brasil está ficando mais bonito na foto’

Valor Econômico – Ações da JBS encerram a semana com valorização acumulada de 8,06%

Valor Econômico – Argentina plantará menos soja devido a lucro maior com milho

Valor Econômico – Conselho da JBS indica patriarca dos Batista como CEO

Valor Econômico – Commodities Agrícolas

Valor Econômico – Apesar da alta do açúcar, usinas evitam fixar valores das vendas

Valor Econômico – Em ritmo de expansão, Marfrig vai arrendar mais duas plantas em MT

Valor Econômico – Cartel no boi

Zero Hora – Carlos Nabinger: Carne não é cigarro

Zero Hora – Deniz Anziliero: tuberculose bovina é risco para a saúde pública

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