BARROS ANUNCIA SAÍDA DE MINISTÉRIO EM ABRIL

//BARROS ANUNCIA SAÍDA DE MINISTÉRIO EM ABRIL
O ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), que está licenciado do mandato de Deputado Federal – disse na terça-feira que no mês de abril deixará o ministério para se dedicar à campanha à reeleição ao cargo de Deputado Federal. Conforme o Paraná Portal, Ricardo Barros também irá apoiar a candidatura de sua esposa, atual vice-governadora, Cida Borghetti (Pros), que vai concorrer ao comando do governo estadual. “Barros está em Curitiba para oficializar repasses para os serviços de alta e média complexidade prestados pelo SUS na capital. Serão liberados cerca de R$ 20 milhões para a prefeitura da cidade, que devem atender os principais hospitais de Curitiba”, destaca a publicação.

Com aval da União, droga proibida para câncer é entregue para hospitais

Ao menos um hospital recebeu o LeugiNase de órgãos públicos depois que a Justiça proibiu a União de comprar e distribuir novos lotes do medicamento chinês, sob a justificativa de que sua eficácia não é comprovada. O remédio é usado no combate à leucemia linfoide aguda, um dos tipos de câncer mais comuns em crianças e adolescentes. De acordo com a Folha de S.Paulo, as entregas ao hospital foram feitas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com aval do governo federal. O princípio ativo do fármaco é a L-asparaginase, usada na poliquimioterapia e considerada fundamental para elevar as taxas de remissão da doença e a sobrevida de pacientes. O Ministério da Saúde comprou o produto de nova marca, LeugiNase, produzido pelo laboratório Beijing Sl Pharmaceutical. Hospitais e entidades médicas protestaram. O Ministério Público Federal moveu ação contra a União. Em setembro, o juiz federal do DF, Rolando Valcir Spanholo, concedeu liminar determinando que o governo não compre e nem distribua novos lotes do LeugiNase. “O ministério defendeu o produto chinês. Alega que o remédio tem o princípio ativo L-asparaginase e ação esperada comprovada por seis laboratórios”, ressalta o texto.

Nova substância promete avanços no tratamento contra o linfoma de Hodgkin

Combinada com quimioterapia, tratamento consegue atacar as células doentes do sangue sem comprometer as saudáveis. O Correio Braziliense enfatiza que de acordo com o diretor clínico, Joseph M. Connors, os pacientes foram tratados com um conjugado anticorpo fármaco, o brentuximab vedotin, da Seattle Genetics. Associado a um tratamento quimioterápico, o anticorpo monoclonal se conecta diretamente aos receptores das células desse tipo de câncer e passa a matá-las. Os resultados representam um ganho importante, principalmente para pacientes que não respondem ao primeiro curso do tratamento. As reações adversas das medicações tradicionais são um dos grandes desafios da imuno-oncologia. A químio ainda não é capaz de distinguir as células doentes das saudáveis e acaba matando todas, um efeito por vezes devastador à imunidade do paciente. As terapias-alvo neutralizam as características genéticas que tornam as células cancerígenas diferentes das normais, evitando que elas aumentem e se espalhem. “Como essas intervenções são projetadas especificamente contra células de câncer, elas geralmente têm efeitos colaterais diferentes e mais suportáveis”, frisa a reportagem.

Mais Médicos: brasileiros preenchem quase 100% das vagas

Foram preenchidas 99,38% das 983 vagas ofertadas a médicos para atuar no Programa Mais Médicos por profissionais brasileiros. Ampliar a participação de médicos brasileiros no programa é um compromisso da gestão do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Segundo Ministério da Saúde, os municípios tiveram até primeiro de dezembro do ano passado para indicar o quantitativo de vagas disponíveis. Caso ocorram desistências durante validação e homologação da 1ª chamada, as vagas remanescentes serão ofertadas a médicos brasileiros formados em instituições estrangeiras com habilitação para exercício da Medicina no exterior na 2ª fase, prevista para 28 de Fevereiro de 2018. “O Ministério da Saúde tem lançado editais periódicos para repor e substituir médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana de Saúde por profissionais brasileiros. Além disso, também estão sendo repostas vagas oriundas de desistências e de encerramento de contrato”, diz a notícia.

SAÚDE NA IMPRENSA
Paraná Portal – Barros anuncia saída de ministério em abril

Ministério da Saúde – Ministério da Saúde libera mais R$ 20,1 milhões para Curitiba

Ministério da Saúde – Mais Médicos: brasileiros preenchem quase 100% das vagas

ANS – Novo Rol de cobertura dos planos de saúde entra em vigor

Correio Braziliense – Menos da metade dos infectados por HIV e tuberculose tomam antirretroviral

Correio Braziliense – Entram em vigor novas coberturas mínimas de planos de saúde

Correio Braziliense – Nova substância promete avanços no tratamento contra o linfoma de Hodgkin

Folha de S.Paulo – Pela primeira vez, vício em games é considerado distúrbio mental pela OMS

Folha de S.Paulo – Com aval da União, droga proibida para câncer é entregue para hospitais

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto: Produção de cigarros no Brasil cresce 5,4% até novembro

Folha de S.Paulo – Mercado Aberto: Vendas de farmácias desaceleram e receita cresce 8,8% até novembro

O Estado de S.Paulo – Parques do Horto, da Cantareira e do Tietê serão reabertos este mês

O Estado de S.Paulo – SP vai aplicar dose fracionada de vacina contra febre amarela; litoral norte é alvo

G1 – Ficar sentado por longos períodos aumenta o risco de doença cardiovascular

G1 – Pesquisadores da USP de São Carlos desenvolvem aparelho que identifica câncer de boca

G1 – Planos de saúde passam a cobrir 18 novos procedimentos a partir desta terça-feira

G1 – Nova droga em testes para diabetes controlou Alzheimer de ratos, diz estudo

G1 – O fruto amazônico que pode baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose

O Globo – Na Argélia, mulheres são abandonadas pelos maridos após mastectomia

Valor Econômico – Suspensa liminar que permitia RN pagar salários com dinheiro da saúde

Valor Econômico – Contrabando de cigarros atinge nível recorde em 2017, aponta entidade

Valor Econômico – Presidente reduz ritmo por recomendação médica

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