AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE IMPACTOS DA PULVERIZAÇÃO AÉREA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS

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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Alesp realizou uma audiência pública para debater os impactos da pulverização aérea de agrotóxicos no Estado. De acordo com o portal da Alesp, a reunião ocorreu na última quinta-feira (28), no auditório Franco Montoro. A deputada Ana do Carmo (PT), autora do requerimento que propôs a audiência, presidiu o encontro e ressaltou o compromisso com o Projeto de Lei 236/2017, que estabelece uma Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (Peapo). O projeto promove e incentiva o desenvolvimento da agroecologia e da produção orgânica no Estado. O deputado federal Nilto Tatto (PT), membro da Comissão de Meio Ambiente na Câmara dos Deputados, disse que o Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos. “Hoje temos uma legislação que não proíbe a venda, pois somos os maiores consumidores, e não se fiscaliza o que é usado.” Ele ressaltou que o mercado quer afastar a Anvisa e o Ibama, responsáveis pela avaliação e impactos desses produtos na saúde humana e nas questões ambientais, respectivamente. Após aprovação na Alesp, o projeto seguirá para sanção do governador Geraldo Alckmin.

União Europeia hesita se apresenta oferta agrícola ao Mercosul

A União Europeia (UE) ainda não decidiu se vai realmente apresentar a oferta agrícola ao Mercosul, em Brasília, diante do enorme racha entre os 28 países membros. Como o Valor Econômico revelou, a Comissão Europeia quer oferecer ao Mercosul cota de 70 mil toneladas para a entrada de carne bovina e de 600 mil toneladas para etanol, volumes bem modestos diante da ambição europeia nas áreas industrial, de serviços e propriedade intelectual nos mercados do Mercosul. O Valor apurou que, em reunião em Bruxelas, o grupo de 11 países liderados pela França, mais países afins advertiram a Comissão Europeia, o braço executivo da UE, que não estavam em condições de autorizar a apresentação da oferta com as cotas para produtos sensíveis como carne bovina e etanol. “Nesse confronto, os funcionários da Comissão Europeia disseram que iriam consultar o nível superior, para decidir o que fazer. A Comissão tem mandato para negociar com o Mercosul. A questão é se o presidente Jean-Claude Juncker vai assumir realmente o risco político de levar adiante a negociação, em meio ao confronto interno. Por outro lado, a bola passou também para o lado brasileiro. As autoridades em Brasilia devem indicar se aceitam sentar na mesa para fazer as barganhas finais com base numa oferta agrícola desidratada, ao mesmo tempo em que a pressão europeia é grande por amplo acesso aos mercados do Mercosul para suas empresas”, enfatiza a reportagem.

Ibama apresenta modelos de uso sustentável do mogno e do pirarucu a Comitê Científico da União Europeia

Conforme publicou o portal do Ibama, representantes do Comitê Científico da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) da União Europeia (UE) visitaram o Brasil com o objetivo de conhecer os mecanismos adotados pelo país para assegurar o uso sustentável do mogno (Swieteniamacrophylla) e do pirarucu (Arapaima gigas). Ambos estão listados no apêndice II da CITES, que enumera animais e plantas cujas licenças para importação e exportação estão sujeitas a um controle maior. Os técnicos da UE conheceram a Fazenda Seringal Novo Macapá acompanhados por autoridades administrativas e científicas da Cites no Brasil. O empreendimento, recentemente vistoriado por equipe da Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas e servidores da superintendência do Ibama no Acre, é o único no país com autorização para manejo do mogno. Técnicos da sede do Ibama também apresentaram aos representantes do Comitê Científico Cites o projeto de manejo do pirarucu realizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. “Com o apoio de institutos de pesquisa, órgãos municipais, estaduais, federais e populações ribeirinhas, o Ibama autoriza e monitora o manejo do pirarucu no Amazonas, iniciativa fundamental para manter o equilíbrio ecológico, assegurar a recuperação do estoque da espécie e promover o desenvolvimento econômico das comunidades ribeirinhas. Os países da União Europeia estão entre os principais importadores de mogno e pirarucu. Como signatários da Convenção, devem promover a preservação de espécies em perigo de extinção”, diz o texto.

Cresce o estoque de grãos nos EUA

Os americanos tiveram 8,19 milhões de toneladas de soja em estoque no dia 1º de setembro, segundo levantamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Esse volume é 53% superior ao observado no mesmo período de 2016. Apesar do aumento, o volume foi inferior à média das projeções de analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal, que era de 9,23 milhões de toneladas. Com isso, as cotações do grão ganharam alguma sustentação da bolsa de Chicago. O Valor Econômico destaca que do total calculado pelo USDA, 2,39 milhões de toneladas de soja estavam nas mãos dos produtores, 112% mais que em igual intervalo de 2016. No caso do milho, o USDA apontou que 58,17 milhões de toneladas estavam em estoque no dia 1º de setembro, um incremento de 32%. Mas o volume divulgado também foi inferior à média das expectativas dos analistas, que era de 59,67 milhões de toneladas, e a reação em Chicago foi igualmente “altista”. Do volume total do cereal estocado, 20 milhões de toneladas estavam com os fazendeiros, 25% mais que na mesma data de 2016. Outras 38,17 milhões de toneladas estavam com traders, atravessadores, esmagadores e indústrias. “O USDA também informou, finalmente, que os estoques de trigo do país somavam 61,23 milhões de toneladas no início de setembro, 11% menos que no mesmo período de 2016. Mas, nesse caso, o volume veio acima da média das apostas de analistas, e com isso as cotações perderam fôlego nas bolsas americanas. Do volume de trigo no país, 13,31 milhões de toneladas estava em fazendas, com queda de 33%. Fora delas havia 47,9 milhões de toneladas, 3% menos que em 1º de setembro de 2016”, frisa o Valor.

NA IMPRENSA

Mapa – Brasil quer exportar mais carnes para Bolívia, que quer vender mais chia, banana e quinoa

Mapa – Maggi chefia missão do Mapa à Rússia e Alemanha

MMA – Brasil tem mais três sítios Ramsar

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MMA – Áreas prioritárias da Amazônia serão revisadas

MMA – Ministro acompanha combate ao fogo no MA

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Embrapa – Evento discute ações para redução de perdas e desperdício de alimentos no Brasil

Embrapa – Milho orgânico da Embrapa traz mais qualidade de vida a horticultores

Ibama – Ibama apresenta modelos de uso sustentável do mogno e do pirarucu a Comitê Científico da União Europeia

Câmara dos Deputados – Regularização fundiária na Amazônia Legal é tema de audiência pública

ALESP – “Opinião – Semana de Conscientização dos Direitos dos Animais”

ALESP – Audiência pública debate impactos da pulverização aérea de agrotóxicos

Folha de S.Paulo – Saída de grãos pelo norte cresce, mas não vence aumento de demanda

Folha de S.Paulo – ‘Roubalheira’ gera pane pública no Estado de Mato Grosso

G1 – Destruição de safra de laranja por furacão nos EUA abre mercado para o Brasil, dizem especialistas

G1 – Rio Paracatu agoniza em Minas Gerais por causa da estiagem

G1 – Milho a preço abaixo do mercado alivia criadores do sertão de Pernambuco

O Estado de S.Paulo – Obras públicas turbinam a retomada argentina

O Estado de S.Paulo – BroadCast Agro – Agricultores vão atrás de inovação no Vale do Silício

Valor Econômico – União Europeia hesita se apresenta oferta agrícola ao Mercosul

Valor Econômico – Coreia reabilita compra de carne suína de 3 frigoríficos brasileiros

Valor Econômico – Preço do leite ao produtor despencou no país em setembro

Valor Econômico – J&F afirma desconhecer relatório do Coaf citado por revista

Valor Econômico – Preços de hortifrútis tendem a permanecer ‘comportados’

Valor Econômico – Plano da CCPR para a Vigor em xeque

Valor Econômico – Cresce o estoque de grãos nos EUA

Valor Econômico – Atraso do plantio de arroz no RS

Zero Hora – Carlos Cogo: Milho perde área para soja em 2017/2018

Zero Hora – Paulo Pires: FecoAgro, um trabalho de união

Zero Hora – Adriana Brondani: Transgênicos e comunicação científica na era digital

Zero Hora – Soluções em automação para ampliar o bem-estar animal

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