APÓS QUEDA RECORDE, PREÇOS EM SUPERMERCADOS VOLTARÃO A SUBIR EM 2018

//APÓS QUEDA RECORDE, PREÇOS EM SUPERMERCADOS VOLTARÃO A SUBIR EM 2018
A queda de preços observada nos supermercados em 2017, a maior desde que entrou em vigor o Plano Real, não deverá se repetir neste ano, segundo a Associação Setorial Paulista. A projeção é que, após uma retração de 2,3% em 2017, a inflação do setor seja similar à do IPCA e gire entre 3% e 4%, diz Thiago Berka, economista da entidade. A coluna Mercado Aberto, da Folha de S.Paulo, destaca que a safra recorde de grãos foi um dos os maiores responsáveis pela deflação de 2017, de acordo com a Apas. “Vamos ter uma safra boa em 2018, mas como a base de comparação é muito elevada, a expectativa é de uma diminuição de 10%, então a oferta sofrerá alguma pressão.” Nem os últimos meses do ano, que tradicionalmente são de alta nos preços, tiveram uma oscilação muito significativa, em dezembro, eles cresceram 0,27%, abaixo do esperado.  A tendência, em 2018, é que carnes e cereais sejam responsáveis pelos maiores aumentos na inflação, segundo Thiago Berka.

Receita da cacauicultura brasileira caiu 22,5% em 2017, a R$ 1,1 bi

O faturamento da cacauicultura brasileira sofreu mais um forte tombo em 2017 por causa da piora da produção na Bahia e dos baixos preços da amêndoa no país, que refletiram a desvalorização global da commodity. É o que informa o Valor Econômico. Segundo cálculo da TH Consultoria, a receita dos produtores de cacau em 2017 recuou 22,5% ante 2016, para R$ 1,146 bilhão. O valor foi calculado com base em uma produção nacional estimada em 162,853 mil toneladas, que só foi 7,4% maior do que no ano anterior por causa do aumento da produção no Pará. “O preço médio do cacau no Brasil ficou em R$ 105,61 a arroba. O preço médio obtido pelos produtores da Bahia ficou em R$ 107,84 a arroba, queda de 26,5%, enquanto no Pará o preço caiu 30%, para R$ 102,13 a arroba”, destaca a notícia.

Kepler Weber quer ampliar participação na Colômbia

A gaúcha Kepler Weber, fabricante de armazéns agrícolas, enviará à Colômbia o gestor de negócios internacionais Cristian Nunes da Cunha. O Valor ressalta que o objetivo, segundo nota da companhia, é elevar as exportações para destinos dentro da América do Sul. “Com esta estratégia, queremos aumentar a competitividade na região buscando parcerias locais para tornar a companhia fornecedor de referência na Colômbia e, assim, firmar nossa participação de mercado entre 35% e 50% nos próximos anos”, explica Olivier Colas, vice-presidente da Kepler Weber, em comunicado. “O profissional ficará três anos em Bogotá e trabalhará o fortalecimento da marca no mercado”, frisa a reportagem.

Empresa enfrenta falta de recursos para pagar leite

O atual cenário de indefinição na Itambé em decorrência da suspensão da venda à francesa Lactalis pela Justiça, em dezembro de 2017, está gerando instabilidade e risco financeiro para a empresa de lácteos, apurou o Valor com fontes próximas à companhia. O pagamento do leite dos cooperados que deveria ocorrer na quarta-feira (10), está parcialmente em risco porque a empresa não tem os recursos necessários para fazê-lo. Há uma necessidade de R$ 110 milhões, mas há R$ 50 milhões no caixa da Itambé. A razão, segundo o Valor, é que os bancos não estão emprestando à Itambé, uma vez que o futuro da empresa está indefinido com a suspensão da venda à francesa. Procurada, a CCPR não comentou.

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